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<title>Latest Articles by ant.mac</title>
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<description>Artigos do ArtigoPT</description>
<language>pt-PT</language>
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<title>Engenharia de tráfego para redes com QoS</title>
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<pubDate>Wed, 15 Aug 2012 07:48:13 +0000</pubDate>
<description><![CDATA[ <p style="text-align: justify; ">&nbsp;</p>
<div class="WordSection4" style="text-align: justify; ">
<h1 style="margin-left: 0cm; text-indent: 0cm; text-align: center;">I.<span style="font-weight: normal; font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span><!--[endif]-->&nbsp;Introdu&ccedil;&atilde;o</h1>
<p class="MsoBodyText" style="text-align: justify;">Faz parte do discurso recorrente da &aacute;rea comercial dos operadores de redes modernas, que a qualidade do servi&ccedil;o fornecido deve ser proporcional ao valor pago pelo cliente, deixando para a &aacute;rea de engenharia o problema de cria&ccedil;&atilde;o dos mecanismos e m&eacute;tricas que possam acomodar objetivamente esse discurso, tornando mensur&aacute;veis palavras como qualidade e servi&ccedil;o que em si mesmo s&atilde;o defini&ccedil;&otilde;es imprecisas e muitas vezes ego&iacute;stas, variando em fun&ccedil;&atilde;o de necessidades pessoais ou moment&acirc;neas. <!--[if supportFields]><span style="mso-element:field-begin" mce_style="mso-element:field-begin"></span><span style="mso-spacerun:yes" mce_style="mso-spacerun:yes">&nbsp;</span>REF _Ref311886168 \w \h <span style="mso-element:field-separator" mce_style="mso-element:field-separator"></span><![endif]-->[1]<!--[if gte mso 9]><xml> <w:data>08D0C9EA79F9BACE118C8200AA004BA90B02000000080000000E0000005F005200650066003300310031003800380036003100360038000000</w:data> </xml><![endif]--><!--[if supportFields]><span style="mso-element:field-end" mce_style="mso-element:field-end"></span><![endif]--></p>
<p class="MsoBodyText" style="text-align: justify;">Apesar dessas imprecis&otilde;es, &eacute; poss&iacute;vel recorrendo ao senso comum, perceber que n&atilde;o deve ser tomado por igual, aquilo que &eacute; na realidade diferente. Os servi&ccedil;os de dados, voz ou v&iacute;deo n&atilde;o t&ecirc;m necessidades de recursos iguais, baseada nesta premissa a IETF reuniu os esfor&ccedil;os de v&aacute;rias equipas para a cria&ccedil;&atilde;o de v&aacute;rias m&eacute;tricas que associam a qualidade de servi&ccedil;o a aspetos mensur&aacute;veis, tais como o atraso, o <em>jitter</em> (varia&ccedil;&atilde;o do atraso) e <em>a </em>largura de banda, criando assim as bases da qualidade de servi&ccedil;o e a necessidade da engenharia de tr&aacute;fego para a sua implementa&ccedil;&atilde;o, permitindo dinamicamente efetuar a distribui&ccedil;&atilde;o de tr&aacute;fego na rede, minimizando os congestionamentos e instabilidades. <!--[if supportFields]><span style="mso-element:field-begin" mce_style="mso-element:field-begin"></span><span style="mso-spacerun:yes" mce_style="mso-spacerun:yes">&nbsp;</span>REF _Ref311886201 \w \h<span style="mso-spacerun:yes" mce_style="mso-spacerun:yes">&nbsp; </span>\* MERGEFORMAT <span style="mso-element:field-separator" mce_style="mso-element:field-separator"></span><![endif]-->[2]<!--[if gte mso 9]><xml> <w:data>08D0C9EA79F9BACE118C8200AA004BA90B02000000080000000E0000005F005200650066003300310031003800380036003200300031000000</w:data> </xml><![endif]--><!--[if supportFields]><span style="mso-element:field-end" mce_style="mso-element:field-end"></span><![endif]--></p>
<p class="MsoBodyText" style="text-align: justify;">Para fornecer estes servi&ccedil;os com garantia de qualidade, existe a necessidade de mecanismos e protocolos, que atendam aos novos requisitos. Foi proposta uma arquitetura de engenharia de tr&aacute;fego que d&aacute; suporte ao encaminhamento de pacotes baseada em etiquetas numa plataforma aberta e interoper&aacute;vel entre redes de diversas topologias, designada por MPLS (<em>MultiProtocol Label Switching</em>). Esta engenharia &eacute; t&atilde;o mais importante quanto a dispers&atilde;o de redes em que o servi&ccedil;o tem de ser distribu&iacute;do, e n&atilde;o &eacute; mais do que a manipula&ccedil;&atilde;o feita ao tr&aacute;fego de modo a encaix&aacute;-lo nos recursos existentes. &nbsp;</p>
<p class="MsoBodyText" style="text-align: justify;">O MPLS pode ser utilizado para estabelecer caminhos que emulam as conex&otilde;es ponto-a-ponto da camada dois, estabelecendo circuitos virtuais ou t&uacute;neis, oferecendo um caminho alternativo para o encaminhamento de dados, sem o <em>overhead</em> das redes virtuais privadas.</p>
<p class="MsoBodyText" style="text-align: justify;">A engenharia de tr&aacute;fego n&atilde;o &eacute; igual em todos os pontos da rede. Se tomarmos em considera&ccedil;&atilde;o o MPLS por exemplo, o seu<span style="mso-bidi-font-size:7.5pt;line-height:95%;background:#FAFAFA"> objetivo n&atilde;o &eacute; estar presente em sistemas finais, mas sim no n&uacute;cleo da rede de tr&acirc;nsito.</span></p>
<p class="MsoBodyText" style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<h1 style="margin-left: 0cm; text-indent: 0cm; text-align: center;">II.<span style="font-weight: normal; font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span><!--[endif]-->Qualidade de Servi&ccedil;o</h1>
<h2><!--[if !supportLists]-->A.<span style="font-weight: normal; font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span><!--[endif]-->Par&acirc;metros de Qualidade de Servi&ccedil;o</h2>
<p class="MsoBodyText">Os principais par&acirc;metros que s&atilde;o normalmente definidos para o QoS (qualidade de servi&ccedil;o), s&atilde;o essencialmente quatro: Atraso, Varia&ccedil;&atilde;o do Atraso, Perda de Pacotes e Largura de Banda. Existem par&acirc;metros al&eacute;m dos j&aacute; referidos anteriormente que podem ser adicionados ao SLA (<em>Service Level Agreement</em>) que &eacute; celebrado entre o ISP (operador) e o cliente que requisita o servi&ccedil;o.</p>
<h3 style="margin-left:0cm;mso-list:l7 level3 lfo4"><!--[if !supportLists]-->1)<span style="font-weight: normal; font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span><!--[endif]-->Atraso</h3>
<p class="MsoBodyText">&nbsp;A forma como o atraso &eacute; definido depende do tipo de tr&aacute;fego a ser transmitido. Se for em tempo real define-se como <em>one way delay</em>, ou seja, apenas &eacute; quantificado o tempo num sentido, se for em aplica&ccedil;&otilde;es suportadas em TCP a forma de c&aacute;lculo utiliza o RTT (R<em>ound Trip Time</em>). Para as aplica&ccedil;&otilde;es multim&eacute;dia, o atraso em tempo real &eacute; o mais importante e pode ser discriminado de quatro maneiras diferentes:</p>
<h4 style="margin-left:0cm;mso-list:l7 level4 lfo4"><!--[if !supportLists]-->a)<span style="font-weight: normal; font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span><!--[endif]-->Atraso de propaga&ccedil;&atilde;o</h4>
<p class="MsoBodyText">&nbsp;&Eacute; a soma de todos os tempos que demora um bit a passar desde a sa&iacute;da de um <em>router</em> at&eacute; &agrave; entrada do pr&oacute;ximo. A dist&acirc;ncia entre <em>routers</em> e o meio onde se propaga tem aqui a maior influ&ecirc;ncia.</p>
<h4 style="margin-left:0cm;mso-list:l7 level4 lfo4"><!--[if !supportLists]-->b)<span style="font-weight: normal; font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span><!--[endif]-->Atraso de Comuta&ccedil;&atilde;o</h4>
<p class="MsoBodyText">&Eacute; o tempo que demora desde a entrada do pacote no <em>router</em> at&eacute; estar dispon&iacute;vel para ser calendarizado. O tempo de processamento &eacute; mais rapido se for realizado por Hardware em vez de Software e anda na ordem dos 10 a 20 &micro;S.</p>
<h4 style="margin-left:0cm;mso-list:l7 level4 lfo4"><!--[if !supportLists]-->c)<span style="font-weight: normal; font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span><!--[endif]-->Atraso de Calendariza&ccedil;&atilde;o</h4>
<p class="MsoBodyText">&Eacute; o tempo que leva entre o pacote estar pronto a ser distribuido e o in&iacute;cio da sua saida do <em>router</em>.</p>
<h4 style="margin-left:0cm;mso-list:l7 level4 lfo4"><!--[if !supportLists]-->d)<span style="font-weight: normal; font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span><!--[endif]-->Atraso de transmiss&atilde;o</h4>
<p class="MsoBodyText">&Eacute; o tempo que leva ao pacote sair por completo do <em>router</em>. Este atraso &eacute; mais acentuado em transmiss&otilde;es de baixa velocidade.</p>
<h3 style="margin-left:0cm;mso-list:l7 level3 lfo4"><!--[if !supportLists]-->2)<span style="font-weight: normal; font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span><!--[endif]-->Varia&ccedil;&atilde;o do atraso</h3>
<p class="MsoBodyText">O <em>jitter</em> pode ser definido como uma varia&ccedil;&atilde;o estat&iacute;stica do atraso na entrega de dados numa rede, ou seja, pode ser definido como a medida de varia&ccedil;&atilde;o do atraso entre os pacotes sucessivos de dados. Uma das formas de minimizar a varia&ccedil;&atilde;o de atraso &eacute; utilizando <em>buffers</em>, os quais armazenam os dados &agrave; medida que eles chegam e v&atilde;o sendo encaminhados para a aplica&ccedil;&atilde;o de uma forma regular.</p>
<h3 style="margin-left:0cm;mso-list:l7 level3 lfo4"><!--[if !supportLists]-->3)<span style="font-weight: normal; font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span><!--[endif]-->Perda de Pacotes</h3>
<p class="MsoBodyText">Este par&acirc;metro de qualidade de servi&ccedil;o observa a perda de pacotes que acontece entre um determinado ponto de sa&iacute;da na rede e um determinado ponto de entrada dessa mesma rede. Considera-se que houve perda de pacotes quando um pacote n&atilde;o aparece na sa&iacute;da dentro de certo per&iacute;odo de tempo. A origem da perda de pacotes pode estar relacionada com o congestionamento na rede, com erros nas camadas um e dois, com a falha de elementos de rede e at&eacute; com problemas nos sistemas terminais.</p>
<h3 style="margin-left:0cm;mso-list:l7 level3 lfo4"><!--[if !supportLists]-->4)<span style="font-weight: normal; font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span><!--[endif]-->&nbsp;Largura de Banda e D&eacute;bito</h3>
<p class="MsoBodyText">A largura de banda corresponde &agrave; capacidade total da liga&ccedil;&atilde;o. O d&eacute;bito para uma dada aplica&ccedil;&atilde;o &eacute; inferior &agrave; largura de banda, pois tem que se levar em considera&ccedil;&atilde;o o <em>overhead</em> introduzido pelas diferentes camadas dos protocolos.</p>
<p class="MsoBodyText">&nbsp;</p>
<h2><!--[if !supportLists]-->B.<span style="font-weight: normal; font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span><!--[endif]-->Mecanismos para introdu&ccedil;&atilde;o de QoS</h2>
<p class="MsoBodyText" style="text-align: justify; "><span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;line-height:95%">O desenvolvimento do suporte de QoS nas redes IP proporcionou &agrave; IETF a proposta de alguns m&eacute;todos, nomeadamente: o <em>IntServ (</em>Servi&ccedil;os Integrados<em>)</em> atrav&eacute;s das RFC 1633 e 1994, o <em>DiffServ</em> (Servi&ccedil;os Diferenciados) atrav&eacute;s das RFC 1998 e 2475, e o <em>MPLS</em> atrav&eacute;s das RFC 2001 e 3031, dando origem posteriormente &agrave; Engenharia de Tr&aacute;fego na RFC 3272.</span></p>
<h3 style="margin-left:0cm;mso-list:l7 level3 lfo4"><!--[if !supportLists]-->1)<span style="font-weight: normal; font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span><!--[endif]-->Servi&ccedil;os Integrados</h3>
<p class="MsoBodyText">O <em>IntServ</em> atrav&eacute;s da reserva de recursos baseada no protocolo <em>RSVP</em> (<em>Resource Reservation Protocol</em>) permite ao emissor reservar um canal na rede para garantir a largura de banda e especificar exig&ecirc;ncias de atraso e varia&ccedil;&atilde;o de atraso. Atrav&eacute;s do protocolo de sinaliza&ccedil;&atilde;o <em>RSVP</em> podemos fazer a configura&ccedil;&atilde;o dos caminhos e a reserva dos recursos. [4] Foi projetado para funcionar com protocolos de encaminhamento <em>unicast</em> e <em>multicast</em>. Os componentes do RSVP s&atilde;o os transmissores, os clientes, os&nbsp;Hosts&nbsp;e os <em>routers</em> entre eles. O transmissor permite que o cliente saiba que dados ser&atilde;o enviados e que QoS ele necessita, o cliente envia um aviso&nbsp;&nbsp;aos&nbsp;<em>hosts</em>&nbsp;ou <em>routers</em> para eles se prepararem para receber os dados. Para garantir a reserva, os <em>hosts</em> e <em>routers</em> afetados comprometem-se a fornecer esses recursos. Se um deles n&atilde;o &eacute; capaz de os fornecer, ou os recursos n&atilde;o est&atilde;o dispon&iacute;veis, pode recusar a reserva, sendo a aplica&ccedil;&atilde;o notificada imediatamente de que a rede n&atilde;o a pode suportar.</p>
<p class="MsoBodyText" style="text-align:center;page-break-after: avoid" align="center"><span style="font-family:&quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;mso-fareast-language:PT; mso-no-proof:yes"> </span></p>
<p class="figurecaption">figura 1 - Reserva RSVP</p>
<h4 style="margin-left:0cm;mso-list:l7 level4 lfo4"><!--[if !supportLists]-->a)<span style="font-weight: normal; font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span><!--[endif]-->Vantagens</h4>
<p class="bulletlist"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Symbol;mso-fareast-font-family:Symbol;mso-bidi-font-family: Symbol">&middot;<span style="font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></span><!--[endif]-->Cria um m&eacute;todo seguro para implementar os <em>SLA</em>;</p>
<p class="bulletlist"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Symbol;mso-fareast-font-family:Symbol;mso-bidi-font-family: Symbol">&middot;<span style="font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></span><!--[endif]-->O protocolo &eacute; aberto, robusto e difundido;</p>
<p class="bulletlist"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Symbol;mso-fareast-font-family:Symbol;mso-bidi-font-family: Symbol">&middot;<span style="font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></span><!--[endif]-->Utiliza equipamentos existentes, sem necessitar de uma nova classe de <em>hardware</em>, havendo no entanto necessidade de a suportar.</p>
<h4 style="margin-left:0cm;mso-list:l7 level4 lfo4"><!--[if !supportLists]-->b)<span style="font-weight: normal; font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span><!--[endif]-->Inconvenientes</h4>
<p class="bulletlist"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Symbol;mso-fareast-font-family:Symbol;mso-bidi-font-family: Symbol">&middot;<span style="font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></span><!--[endif]-->No caso geral, existem processamentos sempre repetidos no estabelecimento da sess&atilde;o RSVP. Na maior parte dos casos, &eacute; sempre o mesmo caminho que &eacute; estabelecido.</p>
<p class="bulletlist" style="text-indent:0cm;mso-list:none;tab-stops:35.4pt">&nbsp;</p>
<h3 style="margin-left:0cm;mso-list:l7 level3 lfo4"><!--[if !supportLists]-->2)<span style="font-weight: normal; font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span><!--[endif]-->Servi&ccedil;os Diferenciados</h3>
<p class="MsoBodyText">O <em>DiffServ</em> representado na <!--[if supportFields]><span style="mso-element:field-begin" mce_style="mso-element:field-begin"></span><span style="mso-spacerun:yes" mce_style="mso-spacerun:yes">&nbsp;</span>REF _Ref312784540 \h <span style="mso-element: field-separator" mce_style="mso-element: field-separator"></span><![endif]-->figura 2<!--[if gte mso 9]><xml> <w:data>08D0C9EA79F9BACE118C8200AA004BA90B02000000080000000E0000005F005200650066003300310032003700380034003500340030000000</w:data> </xml><![endif]--><!--[if supportFields]><span style="mso-element:field-end" mce_style="mso-element:field-end"></span><![endif]--> permite tratar cada classe de tr&aacute;fego de forma diferente, uma classe de tr&aacute;fego em tempo real pode atravessar a rede mais rapidamente do que uma de transfer&ecirc;ncia de ficheiros. No cabe&ccedil;alho do pacote IP, existe um campo denominado de TOS (<em>Type of Service</em>) que pode identificar o tipo de servi&ccedil;o. Os servi&ccedil;os diferenciados ampliam a representa&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os e o tratamento que pode ser dado para encaminhar um pacote atrav&eacute;s da defini&ccedil;&atilde;o de um novo <em>layout</em> para o TOS. Este <em>layout</em> &eacute; denominado de DS <em>Field</em> (<em>Differentiated Service Field</em>), e nele s&atilde;o codificadas as classes para servi&ccedil;os diferenciados. Cada campo DS corresponde a um tratamento diferente de encaminhamento chamado PHP (<em>Per</em> <em>Hop Behavior</em>) em cada n&oacute;.</p>
<p class="MsoBodyText" style="margin-left:0cm;text-indent:18.0pt;mso-list:l7 level4 lfo4; tab-stops:list 36.0pt"><!--[if !supportLists]--><em>a)<span style="font-style: normal; font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></em><!--[endif]--><em>Vantagens</em></p>
<p class="MsoBodyText" style="margin-left:32.4pt;text-indent:-18.0pt;mso-list: l4 level1 lfo1;tab-stops:list 32.4pt"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Symbol;mso-fareast-font-family:Symbol;mso-bidi-font-family: Symbol">&middot;<span style="font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></span><!--[endif]-->Uma forma simples de diferencia&ccedil;&atilde;o das classes de servi&ccedil;os para um ISP que poder&aacute; ter como base uma tarifa tamb&eacute;m diferenciada;</p>
<p class="MsoBodyText" style="margin-left:32.4pt;text-indent:-18.0pt;mso-list: l4 level1 lfo1;tab-stops:list 32.4pt"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Symbol;mso-fareast-font-family:Symbol;mso-bidi-font-family: Symbol">&middot;<span style="font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></span><!--[endif]-->A gest&atilde;o de classes de tr&aacute;fego aplicada aos fluxos agregados que n&atilde;o requer a utiliza&ccedil;&atilde;o expl&iacute;cita de nenhum protocolo de sinaliza&ccedil;&atilde;o;</p>
<p class="MsoBodyText" style="margin-left:32.4pt;text-indent:-18.0pt;mso-list: l4 level1 lfo1;tab-stops:list 32.4pt"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Symbol;mso-fareast-font-family:Symbol;mso-bidi-font-family: Symbol">&middot;<span style="font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></span><!--[endif]-->Resolu&ccedil;&atilde;o dos problemas de escalabilidade do <em>IntServ</em> em rela&ccedil;&atilde;o aos encaminhadores do n&uacute;cleo da rede e em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s fun&ccedil;&otilde;es complexas que s&atilde;o realizadas apenas na periferia da rede.</p>
<p class="MsoBodyText" style="margin-left:32.4pt;text-indent:0cm">&nbsp;</p>
<p class="MsoBodyText" style="margin-left:0cm;text-indent:18.0pt;mso-list:l7 level4 lfo4; tab-stops:list 36.0pt"><!--[if !supportLists]--><em>b)<span style="font-style: normal; font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></em><!--[endif]--><em>Desvantagens</em></p>
<p class="MsoBodyText" style="margin-left:32.4pt;text-indent:-18.0pt;mso-list: l4 level1 lfo1;tab-stops:list 32.4pt"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Symbol;mso-fareast-font-family:Symbol;mso-bidi-font-family: Symbol">&middot;<span style="font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></span><!--[endif]-->A complexidade crescente das t&eacute;cnicas de configura&ccedil;&atilde;o e do dimensionamento do n&uacute;cleo da rede;</p>
<p class="MsoBodyText" style="margin-left:32.4pt;text-indent:-18.0pt;mso-list: l4 level1 lfo1;tab-stops:list 32.4pt"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Symbol;mso-fareast-font-family:Symbol;mso-bidi-font-family: Symbol">&middot;<span style="font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></span><!--[endif]-->Falta de maturidade destas t&eacute;cnicas;</p>
<p class="MsoBodyText" style="margin-left:32.4pt;text-indent:-18.0pt;mso-list: l4 level1 lfo1;tab-stops:list 32.4pt"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Symbol;mso-fareast-font-family:Symbol;mso-bidi-font-family: Symbol">&middot;<span style="font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></span><!--[endif]-->As garantias de QoS s&atilde;o relativas a uma classe de tr&aacute;fego agregada e n&atilde;o a um fluxo de dados.</p>
<p class="MsoBodyText" style="text-align:center;page-break-after: avoid" align="center">&nbsp;</p>
<p class="figurecaption"><a name="_Ref312784540"><span>figura </span></a><!--[if supportFields]><span style="mso-bookmark:_Ref312784540" mce_style="mso-bookmark:_Ref312784540"></span><span style="mso-element:field-begin" mce_style="mso-element:field-begin"></span><span style="mso-bookmark:_Ref312784540" mce_style="mso-bookmark:_Ref312784540"><span lang=EN-US><span style="mso-spacerun:yes" mce_style="mso-spacerun:yes">&nbsp;</span>SEQ Figura \* ARABIC <span style="mso-element: field-separator" mce_style="mso-element: field-separator"></span></span></span><![endif]--><span>2</span><!--[if supportFields]><span style="mso-bookmark:_Ref312784540" mce_style="mso-bookmark:_Ref312784540"></span><span style="mso-element:field-end" mce_style="mso-element:field-end"></span><![endif]--><span> &ndash; Modelo DiffServ</span></p>
<p class="bulletlist" style="text-indent:0cm;mso-list:none;tab-stops:35.4pt">&nbsp;</p>
<h3 style="margin-left:0cm;mso-list:l7 level3 lfo4"><!--[if !supportLists]-->3)<span style="font-weight: normal; font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span><!--[endif]-->MPLS</h3>
<p class="MsoBodyText">Em ambientes de <em>routing</em> convencionais, a decis&atilde;o sobre o encaminhamento de cada pacote &eacute; realizada em cada <em>router</em> da infraestrutura, para permitir o estabelecimento pr&eacute;vio da rota a ser seguida pelos pacotes nos routers de fronteira. O MPLS por seu lado insere r&oacute;tulos nos pacotes que entram no dom&iacute;nio, associando-os a uma FEC (<em>Forward Equivalence Class</em>), que representa o caminho ponto a ponto que o pacote dever&aacute; percorrer no dom&iacute;nio. Uma FEC &eacute; definida como sendo uma classe correspondente a um conjunto de pacotes encaminhados de uma mesma forma atrav&eacute;s da rede.<span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;line-height:95%"> </span></p>
<p class="MsoBodyText"><span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;line-height:95%">O MPLS normalmente n&atilde;o &eacute; utilizado em toda a rede, mas sim</span> no n&uacute;cleo <span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;line-height:95%">para evitar o seu congestionamento, atrav&eacute;s da sua t&eacute;cnica de encaminhamento mais r&aacute;pida e eficaz, comparativamente ao encaminhamento habitual numa rede IP [3] </span></p>
<p class="MsoBodyText">&nbsp;</p>
<p class="figurecaption"><a name="_Ref312660150">figura </a><!--[if supportFields]><span style="mso-bookmark:_Ref312660150" mce_style="mso-bookmark:_Ref312660150"></span><span style="mso-element:field-begin" mce_style="mso-element:field-begin"></span><span style="mso-bookmark:_Ref312660150" mce_style="mso-bookmark:_Ref312660150"><span style="mso-ansi-language:PT" mce_style="mso-ansi-language:PT"><span style="mso-spacerun:yes" mce_style="mso-spacerun:yes">&nbsp;</span>SEQ Figura \* ARABIC </span><span lang=EN-US><span style="mso-element:field-separator" mce_style="mso-element:field-separator"></span></span></span><![endif]-->3<!--[if supportFields]><span style="mso-bookmark:_Ref312660150" mce_style="mso-bookmark:_Ref312660150"></span><span style="mso-element:field-end" mce_style="mso-element:field-end"></span><![endif]--> &ndash; Esquema de funcionamento do MPLS</p>
<h4 style="margin-left:0cm;mso-list:l7 level4 lfo4"><!--[if !supportLists]-->a)<span style="font-weight: normal; font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span><!--[endif]-->Vantagens</h4>
<p class="bulletlist"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Symbol;mso-fareast-font-family:Symbol;mso-bidi-font-family: Symbol">&middot;<span style="font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></span><!--[endif]-->Orienta&ccedil;&atilde;o a conex&atilde;o em redes IP;</p>
<p class="bulletlist"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Symbol;mso-fareast-font-family:Symbol;mso-bidi-font-family: Symbol">&middot;<span style="font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></span><!--[endif]-->Menor complexidade de decis&otilde;es de encaminhamento nos <em>routers</em>;</p>
<p class="bulletlist"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Symbol;mso-fareast-font-family:Symbol;mso-bidi-font-family: Symbol">&middot;<span style="font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></span><!--[endif]-->Permite Engenharia de tr&aacute;fego;</p>
<p class="bulletlist"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Symbol;mso-fareast-font-family:Symbol;mso-bidi-font-family: Symbol">&middot;<span style="font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></span><!--[endif]-->Elimina&ccedil;&atilde;o de m&uacute;ltiplas camadas;</p>
<p class="bulletlist"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Symbol;mso-fareast-font-family:Symbol;mso-bidi-font-family: Symbol">&middot;<span style="font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></span><!--[endif]-->Ajuda a garantir a QoS;</p>
<h4 style="margin-left:0cm;mso-list:l7 level4 lfo4"><!--[if !supportLists]-->b)<span style="font-weight: normal; font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span><!--[endif]-->Desvantagens</h4>
<p class="bulletlist"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Symbol;mso-fareast-font-family:Symbol;mso-bidi-font-family: Symbol">&middot;<span style="font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></span><!--[endif]-->Circuito moroso de manusear &ndash; usa-se Software de gest&atilde;o ou configura&ccedil;&atilde;o manual;</p>
<p class="bulletlist"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Symbol;mso-fareast-font-family:Symbol;mso-bidi-font-family: Symbol">&middot;<span style="font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></span><!--[endif]-->QoS e SLAs s&atilde;o geridos individualmente</p>
<p class="bulletlist" style="text-indent:0cm;mso-list:none;tab-stops:35.4pt">&nbsp;</p>
<h1 style="margin-left:0cm;text-indent:0cm;mso-text-indent-alt:10.8pt; mso-list:l7 level1 lfo4"><!--[if !supportLists]--><span style="font-weight: normal; font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span>III.<span style="font-weight: normal; font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span><!--[endif]-->Protocolo MPLS</h1>
<p class="MsoBodyText">O MPLS funciona tal como descrito na <!--[if supportFields]><span style="mso-element:field-begin" mce_style="mso-element:field-begin"></span><span style="mso-spacerun:yes" mce_style="mso-spacerun:yes">&nbsp;</span>REF _Ref312660150 \h<span style="mso-spacerun:yes" mce_style="mso-spacerun:yes">&nbsp; </span>\* MERGEFORMAT <span style="mso-element:field-separator" mce_style="mso-element:field-separator"></span><![endif]-->figura 3<!--[if gte mso 9]><xml> <w:data>08D0C9EA79F9BACE118C8200AA004BA90B02000000080000000E0000005F005200650066003300310032003600360030003100350030000000</w:data> </xml><![endif]--><!--[if supportFields]><span style="mso-element:field-end" mce_style="mso-element:field-end"></span><![endif]-->, cada pacote recebe um r&oacute;tulo (<em>label</em>) de um determinado <em>router</em> LER (<em>Label Edge Router</em>). Os pacotes s&atilde;o encaminhados por um caminho comutado por r&oacute;tulos LSP (<em>Label Switch Path</em>), formado por <em>routers</em> de comuta&ccedil;&atilde;o de r&oacute;tulos LSR (<em>Label Switch Routers</em>), cada LSR toma as decis&otilde;es de encaminhamento baseado apenas no r&oacute;tulo do pacote. [3]</p>
<p class="MsoBodyText">Os protocolos de sinaliza&ccedil;&atilde;o mais comuns do MPLS s&atilde;o: LDP (<em>Label Distribution Path</em>), o CR-LDP (<em>Constraint-based Routing Label Distribution Protocol</em>) e o RSVP-TE (<em>Resource Reservation Protocol &ndash; Traffic Engineering</em>). Estes protocolos t&ecirc;m como objetivo distribuir os r&oacute;tulos e estabelecer os caminhos LSP. [5] O CR-LDP evoluiu de maneira inversa ao RSVP. A principal diferen&ccedil;a em rela&ccedil;&atilde;o ao RSVP-TE &eacute; que o CR-LDP &eacute; do tipo <em>Hard State</em> (uma vez estabelecido o circuito virtual, ele n&atilde;o ser&aacute; desfeito at&eacute; que um pedido de desconex&atilde;o seja enviado), ao passo que o RSVP-TE &eacute; do tipo <em>Soft State</em> (mensagens de verifica&ccedil;&atilde;o do estado operacional do circuito virtual s&atilde;o trocadas periodicamente).</p>
<p class="MsoBodyText">&nbsp;Entretanto, em virtude da baixa utiliza&ccedil;&atilde;o do CR-LDP e da duplica&ccedil;&atilde;o de esfor&ccedil;os, o grupo de trabalho de MPLS do IETF decidiu n&atilde;o direcionar novos esfor&ccedil;os ao CR-LDP e concentrou seu trabalho no desenvolvimento do RSVP-TE, como o protocolo de sinaliza&ccedil;&atilde;o para aplica&ccedil;&otilde;es que requeiram engenharia de tr&aacute;fego.</p>
<p class="MsoBodyText">&nbsp;Com a implementa&ccedil;&atilde;o de QoS sobre o MPLS, conseguimos diferenciar diversos tipos de tr&aacute;fegos e trat&aacute;-los de forma distinta, dando prioridades &agrave;s aplica&ccedil;&otilde;es mais sens&iacute;veis.</p>
<p class="MsoBodyText">&nbsp;</p>
<h2><!--[if !supportLists]-->A.<span style="font-weight: normal; font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span><!--[endif]-->R&oacute;tulos</h2>
<p class="MsoBodyText">Na forma mais simples, um r&oacute;tulo pode ser visto como uma forma abreviada para o cabe&ccedil;alho do pacote, de forma a indicar ao pacote a decis&atilde;o de remessa que um <em>router</em> faria. <span style="mso-bidi-font-size:11.5pt;line-height:95%">O cabe&ccedil;alho MPLS com 32 bits fica posicionado depois do cabe&ccedil;alho da camada 2 e antes do cabe&ccedil;alho da camada tr&ecirc;s. O </span>IETF<span style="mso-bidi-font-size:11.5pt; line-height:95%"> de</span>finiu<span style="mso-bidi-font-size:11.5pt; line-height:95%"> que </span>sempre que<span style="mso-bidi-font-size:11.5pt; line-height:95%"> poss&iacute;vel, o MPLS deveria usar </span>os <span style="mso-bidi-font-size:11.5pt;line-height:95%">formatos existentes de r&oacute;tulos. Por essa raz&atilde;o, </span>s&atilde;o <span style="mso-bidi-font-size:11.5pt; line-height:95%">suporta</span>dos<span style="mso-bidi-font-size:11.5pt; line-height:95%"> tr&ecirc;s tipos diferentes. Em ATM usam-se os</span> r&oacute;tulos VCI e VPI,<span style="mso-bidi-font-size:11.5pt;line-height:95%"> </span>e<span style="mso-bidi-font-size:11.5pt;line-height:95%">m <em>Frame Relay</em> utiliza-se o r&oacute;tulo DLCI</span>, nos outros casos<span style="mso-bidi-font-size:11.5pt;line-height:95%"> utiliza-se um r&oacute;tulo novo conhecido como <em>Shim </em>representado na </span><!--[if supportFields]><span style="mso-element:field-begin" mce_style="mso-element:field-begin"></span><span style="mso-spacerun:yes" mce_style="mso-spacerun:yes">&nbsp;</span>REF _Ref312859851 \h<span style="mso-spacerun:yes" mce_style="mso-spacerun:yes">&nbsp; </span>\* MERGEFORMAT <span style="mso-element:field-separator" mce_style="mso-element:field-separator"></span><![endif]-->figura 4<!--[if gte mso 9]><xml> <w:data>08D0C9EA79F9BACE118C8200AA004BA90B02000000080000000E0000005F005200650066003300310032003800350039003800350031000000</w:data> </xml><![endif]--><!--[if supportFields]><span style="mso-element:field-end" mce_style="mso-element:field-end"></span><![endif]-->. Como o MPLS permite criar novos formatos de r&oacute;tulos sem ter que trocar os protocolos de routing, &eacute; relativamente simples estender a tecnologia para formas de transporte mais emergentes, como DWDM e comuta&ccedil;&atilde;o &oacute;tica. [5]</p>
<p class="MsoBodyText" style="text-align:center;text-indent:0cm" align="center">&nbsp;</p>
<p class="figurecaption"><a name="_Ref312859851">figura </a><!--[if supportFields]><span style="mso-bookmark:_Ref312859851" mce_style="mso-bookmark:_Ref312859851"></span><span style="mso-element:field-begin" mce_style="mso-element:field-begin"></span><span style="mso-bookmark:_Ref312859851" mce_style="mso-bookmark:_Ref312859851"><span style="mso-ansi-language:PT" mce_style="mso-ansi-language:PT"><span style="mso-spacerun:yes" mce_style="mso-spacerun:yes">&nbsp;</span>SEQ Figura \* ARABIC </span><span lang=EN-US><span style="mso-element:field-separator" mce_style="mso-element:field-separator"></span></span></span><![endif]-->4<!--[if supportFields]><span style="mso-bookmark:_Ref312859851" mce_style="mso-bookmark:_Ref312859851"></span><span style="mso-element:field-end" mce_style="mso-element:field-end"></span><![endif]--> &ndash; Coloca&ccedil;&atilde;o do cabe&ccedil;alho Shim num pacote Ethernet</p>
<p class="figurecaption">&nbsp;</p>
<h2><!--[if !supportLists]-->B.<span style="font-weight: normal; font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span><!--[endif]-->Label Stack</h2>
<p class="MsoBodyText">A comuta&ccedil;&atilde;o de <em>r&oacute;tulos</em> foi projetada para ser usada em redes de grande porte, o MPLS suporta comuta&ccedil;&atilde;o de r&oacute;tulos com opera&ccedil;&otilde;es hier&aacute;rquicas, baseadas na capacidade de o pacote carregar mais de um r&oacute;tulo. O empilhamento de r&oacute;tulos permite que os <em>routers</em> designados troquem informa&ccedil;&otilde;es entre si e ajam como n&oacute;s de fronteira para um dom&iacute;nio de redes e para outros <em>routers</em>. Estes s&atilde;o n&oacute;s internos ao dom&iacute;nio, e n&atilde;o se preocupam com as rotas interdom&iacute;nio, nem com os r&oacute;tulos associados a cada uma dessas rotas. O processamento de um pacote rotulado &eacute; completamente independente do n&iacute;vel de hierarquia, ou seja, o n&iacute;vel do r&oacute;tulo &eacute; irrelevante para o LSR. O processamento &eacute; sempre baseado no r&oacute;tulo do topo, abstraindo-se dos outros r&oacute;tulos que podem haver abaixo deste.</p>
<p class="MsoBodyText">&nbsp;</p>
<h2><!--[if !supportLists]-->C.<span style="font-weight: normal; font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span><!--[endif]-->FEC</h2>
<p class="MsoBodyText">Uma FEC consiste num conjunto de pacotes que ser&atilde;o encaminhados da mesma maneira numa rede MPLS, os pacotes de um mesmo fluxo de dados geralmente pertencem &agrave; mesma FEC. A FEC &eacute; representada por um r&oacute;tulo, e cada LSP &eacute; associado a uma FEC. Ao receber um pacote, o LER verifica a qual FEC ele pertence e encaminha-o atrav&eacute;s do LSP correspondente. Existe portanto uma associa&ccedil;&atilde;o conjunta de pacote-r&oacute;tulo-FEC-LSP. A associa&ccedil;&atilde;o pacote-FEC acontece apenas uma vez, quando o pacote entra na rede MPLS proporcionando assim grande flexibilidade e escalabilidade.</p>
<p class="MsoBodyText">&nbsp;</p>
<h2><!--[if !supportLists]-->D.<span style="font-weight: normal; font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span><!--[endif]-->LSR</h2>
<p class="MsoBodyText">Os LSR s&atilde;o os <em>routers</em> de comuta&ccedil;&atilde;o habilitados para implementar MPLS. S&atilde;o equipamentos situados normalmente no n&uacute;cleo da rede, e a sua fun&ccedil;&atilde;o &eacute; encaminhar os pacotes baseados apenas no r&oacute;tulo de cada pacote. Ao receber um pacote, cada LSR troca o r&oacute;tulo existente por outro, passando o pacote para o pr&oacute;ximo <em>router</em> e assim por diante.</p>
<h2><!--[if !supportLists]-->E.<span style="font-weight: normal; font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span><!--[endif]-->LER</h2>
<p class="MsoBodyText">O LER &eacute; um <em>router</em> que fica na periferia da rede, e &eacute; respons&aacute;vel por inserir ou remover pilhas inteiras de r&oacute;tulos dos pacotes, dependendo se estes est&atilde;o a entrar ou a sair da rede. Servem tamb&eacute;m para se poder conectar com redes de diferentes tipos, j&aacute; que fazem a fronteira entre o dom&iacute;nio MPLS e as restantes redes. Na realidade s&atilde;o LSR que t&ecirc;m a capacidade de fazer fronteira com outras redes, tais como <em>Ethernet, Frame Relay, ATM</em>, etc.</p>
<p class="MsoBodyText">&nbsp;</p>
<h2><!--[if !supportLists]-->F.<span style="font-weight: normal; font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span><!--[endif]-->LSP</h2>
<p class="MsoBodyText"><span style="mso-bidi-font-size:11.5pt;line-height:95%">O LSP consiste </span>n<span style="mso-bidi-font-size:11.5pt;line-height:95%">um caminho comutado por </span>um <span style="mso-bidi-font-size:11.5pt; line-height:95%">r&oacute;tulo, ou seja, um caminho atrav&eacute;s de uma sequ&ecirc;ncia ordenada de LSR, estabelecido entre uma origem e um destino. Um LSP &eacute; sempre </span>unidirecional<span style="mso-bidi-font-size:11.5pt;line-height:95%">, logo s&atilde;o necess&aacute;rios dois LSP para uma comunica&ccedil;&atilde;o entre duas entidades. [6]</span> A <span style="mso-bidi-font-size: 11.5pt;line-height:95%">rota &eacute; estabelecida inicialmente com os protocolos de encaminhamento convencionais, ficando o caminho definido. Os pacotes pertencentes a esse caminho deixam de necessitar de novo encaminhamento, sendo apenas comutados com base nos seus r&oacute;tulos. Estes r&oacute;tulos s&atilde;o distribu&iacute;dos entre os LSR no momento do estabelecimento do LSP.</span></p>
<p class="MsoBodyText">&nbsp;</p>
<h2><!--[if !supportLists]-->G.<span style="font-weight: normal; font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span><!--[endif]-->LDP</h2>
<p class="MsoBodyText">Tal com j&aacute; foi referido, a arquitetura MPLS n&atilde;o define um &uacute;nico m&eacute;todo de distribui&ccedil;&atilde;o de r&oacute;tulos, por isso a IETF prop&ocirc;s o LDP, uma especifica&ccedil;&atilde;o que permite a um LSR distribuir r&oacute;tulos. Quando um LSR atribui um r&oacute;tulo a uma FEC &eacute; preciso que os outros saibam desse r&oacute;tulo e qual o seu significado. O LDP ajuda no estabelecimento de um LSP atrav&eacute;s do uso de um conjunto de procedimentos para distribuir os r&oacute;tulos entre os LSR. O LDP e os r&oacute;tulos s&atilde;o a base da comuta&ccedil;&atilde;o de r&oacute;tulos e possui as seguintes caracter&iacute;sticas b&aacute;sicas:</p>
<p class="bulletlist"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Symbol;mso-fareast-font-family:Symbol;mso-bidi-font-family: Symbol;mso-fareast-language:PT">&middot;<span style="font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></span><!--[endif]-->Oferece um mecanismo de descoberta dos LSR para permitir que os LSR se encontrem uns aos outros e estabele&ccedil;am a comunica&ccedil;&atilde;o;</p>
<p class="bulletlist"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Symbol;mso-fareast-font-family:Symbol;mso-bidi-font-family: Symbol">&middot;<span style="font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></span><!--[endif]-->Define as classes de mensagem: <em>DISCOVERY</em>, <em>ADJACENCY</em>, <em>LABEL</em>, <em>ADVERTISEMENT</em>, e <em>NOTIFICATION</em>;</p>
<p class="bulletlist"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Symbol;mso-fareast-font-family:Symbol;mso-bidi-font-family: Symbol">&middot;<span style="font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></span><!--[endif]-->Funciona em cima de TCP para proporcionar confian&ccedil;a nas mensagens.</p>
<h4 style="margin-left:18.0pt;text-indent:0cm;mso-list:none;tab-stops:35.4pt">&nbsp;</h4>
<h2><!--[if !supportLists]-->H.<span style="font-weight: normal; font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span><!--[endif]-->RSVP-TE</h2>
<p class="MsoBodyText">Criado inicialmente para aplica&ccedil;&otilde;es em servi&ccedil;os integrados, o RSVP foi desenvolvido para ser um mecanismo de sinaliza&ccedil;&atilde;o com o objetivo de reservar recursos atrav&eacute;s de uma rede, permitindo especificar uma determinada requisi&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;o para um certo fluxo na rede.</p>
<p class="MsoBodyText">As extens&otilde;es do RSVP para engenharia de tr&aacute;fego proporcionam uma excelente adequa&ccedil;&atilde;o deste para a distribui&ccedil;&atilde;o de r&oacute;tulos MPLS, de forma otimizada. Atrav&eacute;s da RFC 4875 foi definido que o RSVP seria utilizado para sinaliza&ccedil;&atilde;o em MPLS-TE. [8]</p>
<p class="MsoBodyText">O RSVP-TE funciona sobre IP puro, &eacute; um protocolo est&aacute;vel e permite compartilhamento de recursos (cria&ccedil;&atilde;o de LSR sobre caminhos existentes), tornando-o muito atrativo.</p>
<h1 style="margin-left:0cm;text-indent:0cm;mso-text-indent-alt:10.8pt; mso-list:l7 level1 lfo4"><!--[if !supportLists]--><span style="font-weight: normal; font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span>IV.<span style="font-weight: normal; font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span><!--[endif]-->Sinaliza&ccedil;&atilde;o RSVP-TE</h1>
<p class="MsoBodyText">O RSVP-TE reutiliza todas as sete mensagens RSVP: Path (pedido de reserva - cliente), Revs (confirma&ccedil;&atilde;o da reserva - servidor), ResvConf (Confirma&ccedil;&atilde;o pelo cliente), PathTear (desist&ecirc;ncia pelo cliente), RevsTear (desist&ecirc;ncia pelo servidor), ResvErr (notifica&ccedil;&atilde;o de erro ao receber pedido de reserva) PathErr (notifica&ccedil;&atilde;o de erro ao receber pedido de reserva).</p>
<p class="MsoBodyText">Cada sess&atilde;o RSVP estabelecida na rede, dependendo da sua necessidade de qualidade de servi&ccedil;o, possui um estilo de reserva de recursos apropriado. Existem tr&ecirc;s estilos definidos:</p>
<p class="MsoBodyText" style="margin-left:32.4pt;text-indent:-18.0pt;mso-list: l4 level1 lfo1;tab-stops:list 32.4pt"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Symbol;mso-fareast-font-family:Symbol;mso-bidi-font-family: Symbol">&middot;<span style="font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></span><!--[endif]-->&nbsp;FF (<em>Fixed Filter</em>): neste estilo de reserva os recursos s&atilde;o alocados para um &uacute;nico par origem &ndash; destino, n&atilde;o sendo compartilhados com nenhuma outra esta&ccedil;&atilde;o da rede. Portanto, a quantidade total de banda reservada no estilo FF num circuito de comunica&ccedil;&atilde;o ser&aacute; igual &agrave; soma das reservas de cada sess&atilde;o RSVP.</p>
<p class="MsoBodyText" style="margin-left:32.4pt;text-indent:-18.0pt;mso-list: l4 level1 lfo1;tab-stops:list 32.4pt"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Symbol;mso-fareast-font-family:Symbol;mso-bidi-font-family: Symbol">&middot;<span style="font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></span><!--[endif]-->SE (<em>Shared Explicit</em>): este estilo de reserva permite a um originador especificar os elementos de rede que compartilham um determinado recurso reservado. Como os diferentes elementos de rede podem possuir requisitos diferentes de quantidade de recursos a serem alocados, a reserva &eacute; feita pelo de maior necessidade. Esse estilo de reserva &eacute; utilizado em aplica&ccedil;&otilde;es <em>multicast</em> ou em <em>rerouting</em> de LSP, utilizando o <em>make before break</em>.</p>
<p class="MsoBodyText" style="margin-left:32.4pt;text-indent:-18.0pt;mso-list: l4 level1 lfo1;tab-stops:list 32.4pt"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Symbol;mso-fareast-font-family:Symbol;mso-bidi-font-family: Symbol">&middot;<span style="font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></span><!--[endif]-->WF (<em>Wildcard Filter</em>): neste estilo, um &uacute;nico recurso reservado pode ser compartilhado por v&aacute;rios originadores de sess&atilde;o, n&atilde;o havendo, portanto, manuten&ccedil;&atilde;o de QoS para uma determinada aplica&ccedil;&atilde;o. Portanto, pela falta de aplicabilidade para engenharia de tr&aacute;fego, o WF n&atilde;o &eacute; utilizado pelo RSVP-TE.</p>
<p class="MsoBodyText">Um dos requisitos para se fazer engenharia de tr&aacute;fego, &eacute; a capacidade de reencaminhar LSP j&aacute; estabelecidos na rede, sob certas condi&ccedil;&otilde;es, ou pol&iacute;ticas administrativas. Por exemplo, uma determinada pol&iacute;tica pode estabelecer que um LSP dever&aacute; ser reencaminhado quando um caminho melhor se tornar dispon&iacute;vel. Outra caracter&iacute;stica importante &eacute; quando um LSP &eacute; reencaminhado devido a uma falha num circuito de comunica&ccedil;&atilde;o, e quando essa falha estiver resolvida, o LSP dever&aacute; ser reestabelecido pelo caminho original.</p>
<p class="MsoBodyText">&nbsp;&Eacute; absolutamente desej&aacute;vel que quando houver necessidade de reencaminhamento de LSP n&atilde;o haja interrup&ccedil;&atilde;o de tr&aacute;fego. Para se realizar esse processo sem quedas de tr&aacute;fego ou queda de performance, &eacute; necess&aacute;rio estabelecer um novo LSP para que o tr&aacute;fego seja transferido antes de desativar o primeiro. Este conceito &eacute; chamado <em>make before break</em>.</p>
<p class="MsoBodyText">&nbsp;Para suportar este conceito &eacute; necess&aacute;rio que os recursos alocados para o antigo LSP n&atilde;o sejam libertados antes que todo o tr&aacute;fego seja transferido para o novo caminho, e as reservas feitas para o estabelecimento do novo LSP n&atilde;o dever&atilde;o ser duplicadas, pois, dessa forma, pode haver problemas de conex&otilde;es rejeitadas por falta de recursos.</p>
<p class="MsoBodyText">&nbsp;</p>
<h1 style="margin-left:0cm;text-indent:0cm;mso-text-indent-alt:10.8pt; mso-list:l7 level1 lfo4"><!--[if !supportLists]--><span style="font-weight: normal; font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span>V.<span style="font-weight: normal; font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span><!--[endif]-->engenharia de Tr&aacute;fego</h1>
<p class="MsoBodyText">Pode-se definir engenharia de tr&aacute;fego como o processo de organiza&ccedil;&atilde;o do tr&aacute;fego que flui atrav&eacute;s da rede para evitar congestionamentos causados por uma utiliza&ccedil;&atilde;o desigual da rede permitindo utilizar todos os recursos existentes de forma balanceada.</p>
<h2><!--[if !supportLists]-->A.<span style="font-weight: normal; font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span><!--[endif]-->Objetivos da&nbsp;Engenharia&nbsp;de&nbsp;Tr&aacute;fego</h2>
<p class="MsoBodyText">Ao utilizar a engenharia de tr&aacute;fego estamos a favorecer indiretamente a QoS, pois possibilitamos que sejam dadas prioridades &agrave;s aplica&ccedil;&otilde;es e que o seu encaminhamento seja alterado para outro com melhores condi&ccedil;&otilde;es de desempenho de tr&aacute;fego. Esta engenharia divide o tr&aacute;fego nas poss&iacute;veis liga&ccedil;&otilde;es e consequentemente evita deixar os caminhos desocupados, utilizando princ&iacute;pios cient&iacute;ficos e tecnol&oacute;gicos para a modela&ccedil;&atilde;o, medi&ccedil;&atilde;o, caracteriza&ccedil;&atilde;o e o controlo da rede. Os principais objetivos podem ser classificados como:</p>
<p class="bulletlist"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Symbol;mso-fareast-font-family:Symbol;mso-bidi-font-family: Symbol">&middot;<span style="font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></span><!--[endif]-->Orientados aos recursos: pretende-se que exista uma otimiza&ccedil;&atilde;o da utiliza&ccedil;&atilde;o dos recursos da rede de maneira a que n&atilde;o haja congestionamento nem que exista uma sobrecarga ou pouca utiliza&ccedil;&atilde;o de certas partes da rede. Uma das principais fun&ccedil;&otilde;es da engenharia de tr&aacute;fego &eacute; gerir a largura de banda da rede da maneira mais eficiente poss&iacute;vel.</p>
<p class="bulletlist"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Symbol;mso-fareast-font-family:Symbol;mso-bidi-font-family: Symbol">&middot;<span style="font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></span><!--[endif]-->Orientados ao tr&aacute;fego: engloba aspetos relacionados com a QoS do tr&aacute;fego. Melhora as medidas de desempenho, tais como a varia&ccedil;&atilde;o de atraso, o atraso, a perda de pacotes e o d&eacute;bito efetivo. Aqui a minimiza&ccedil;&atilde;o da perda de pacotes &eacute; o grande objetivo.</p>
<p class="MsoBodyText">&nbsp; Um dos principais objetivos de desempenho, do ponto de vista do tr&aacute;fego e dos recursos, &eacute; minimizar o congestionamento. [6] O congestionamento acontece porque os recursos de rede s&atilde;o insuficientes ou inadequados para atender aos pedidos. Neste caso, pode-se expandir a capacidade da rede, aplicar mecanismos cl&aacute;ssicos de controlo de congestionamento ou ambos, de modo a que o tr&aacute;fego seja encaminhado de maneira eficiente nos recursos dispon&iacute;veis. A Engenharia de Tr&aacute;fego &eacute; &uacute;til para conseguir encaminhar o tr&aacute;fego de maneira diferente do encaminhamento produzido por protocolos baseados em SPF (<em>Shortest Path First</em>), por realizar um melhor balanceamento de carga.</p>
<p class="MsoBodyText">N&atilde;o tem sido f&aacute;cil a implementa&ccedil;&atilde;o da Engenharia de Tr&aacute;fego nas redes IP. Esta situa&ccedil;&atilde;o deve-se &agrave;s limita&ccedil;&otilde;es das funcionalidades das tecnologias IP convencionais. Outro problema que se encontra nos sistemas IP s&atilde;o as limita&ccedil;&otilde;es das fun&ccedil;&otilde;es de controlo de encaminhamento interno. Os protocolos de encaminhamento interno baseados no algoritmo SPF, fazem encaminhamento de acordo com as decis&otilde;es efetuadas recorrendo &agrave; inst&acirc;ncia local de uma tabela de estados. O sele&ccedil;&atilde;o de encaminhamento &eacute; sempre baseado na menor dist&acirc;ncia.</p>
<p class="MsoBodyText">As estrat&eacute;gias de encaminhamento s&atilde;o classificadas de acordo com os mecanismos que acionam, com a procura de caminhos que satisfazem o constrangimento solicitado e com o valor do estado mantido. O mecanismo que aciona a procura de caminhos, denominado de encaminhamento DV (<em>Distance Vector) </em>em<em> </em>protocolos como o RIPv2, distribui o seu c&aacute;lculo do caminho entre os <em>routers</em> da rede. Cada <em>router</em> troca, periodicamente, informa&ccedil;&otilde;es dos vetores de dist&acirc;ncia com os seus vizinhos e utiliza a informa&ccedil;&atilde;o dos vetores de dist&acirc;ncia para calcular os caminhos. A limita&ccedil;&atilde;o desta abordagem &eacute; a falta de conhecimento global da rede o que provoca uma converg&ecirc;ncia lenta e <em>loops</em> de encaminhamento. O mecanismo que aciona a procura de caminhos, denominado de encaminhamento LS (<em>Link State)</em>, em protocolos como o OSPF, distribui periodicamente o estado de todas as liga&ccedil;&otilde;es locais a todos os <em>routers</em> da rede. Este tipo de encaminhamento tem vantagens ao n&iacute;vel da simplicidade, da exatid&atilde;o e evita a exist&ecirc;ncia de <em>loops</em>. As desvantagens encontram-se ao n&iacute;vel do elevado armazenamento, na elevada computa&ccedil;&atilde;o exercida e na atualiza&ccedil;&atilde;o do estado no cabe&ccedil;alho. [7]</p>
<p class="MsoBodyText">Esta abordagem &eacute; largamente escal&aacute;vel e distribu&iacute;da, mas envolve falhas. Estas falhas devem-se com o facto de n&atilde;o serem consideradas as caracter&iacute;sticas do tr&aacute;fego nem as restri&ccedil;&otilde;es de capacidades da rede ao fazer as decis&otilde;es, levando ao congestionamento de algumas liga&ccedil;&otilde;es, enquanto outros caminhos permanecem subaproveitados. A Engenharia de Tr&aacute;fego atrav&eacute;s do encaminhamento CBR (<em>Constraint Based Routing</em>) procura resolver este tipo de problema, pois &eacute; exercida uma press&atilde;o sobre o fluxo de dados (restri&ccedil;&otilde;es) com o objetivo de otimizar a efici&ecirc;ncia da rede. [8] O CBR considera fluxos agregados, tamb&eacute;m conhecidos por &ldquo;fluxos macro&rdquo;, e n&atilde;o os fluxos individuais ou micro fluxos.</p>
<p class="MsoBodyText">&nbsp;A fun&ccedil;&atilde;o do CBR &eacute; selecionar o caminho de acordo com os crit&eacute;rios de encaminhamento. Existem dois crit&eacute;rios de encaminhamento, o QBR (<em>Qos-Based Routing</em>) e o PBR (<em>Policy-Based Routing</em>):</p>
<p class="bulletlist"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Symbol;mso-fareast-font-family:Symbol;mso-bidi-font-family: Symbol">&middot;<span style="font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></span><!--[endif]-->QBR - consiste em realizar encaminhamentos com base na restri&ccedil;&atilde;o de Qualidade de Servi&ccedil;o (atraso, largura de banda, perda de pacotes ou varia&ccedil;&atilde;o de atraso) solicitada, onde requer a classifica&ccedil;&atilde;o de fluxos e escolhas de caminhos distintos para cada classe.</p>
<p class="bulletlist"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Symbol;mso-fareast-font-family:Symbol;mso-bidi-font-family: Symbol">&middot;<span style="font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></span><!--[endif]-->PBR - consiste em escolher caminhos com base em decis&otilde;es administrativas e nos SLA celebrados com os clientes onde &eacute; poss&iacute;vel, por exemplo, proibir o tr&aacute;fego comercial de utilizar certos tro&ccedil;os da rede. Os encaminhamentos que satisfazem as restri&ccedil;&otilde;es t&ecirc;m como objetivo reduzir os custos, balancear a carga da rede e aumentar a seguran&ccedil;a.&nbsp;&nbsp;</p>
<h2><!--[if !supportLists]-->B.<span style="font-weight: normal; font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span><!--[endif]-->Componentes da&nbsp;Engenharia&nbsp;de&nbsp;Tr&aacute;fego</h2>
<p class="MsoBodyText">Destacamos como componentes da Engenharia de Tr&aacute;fego, os associados ao MPLS para o encaminhamento de pacotes, a distribui&ccedil;&atilde;o das informa&ccedil;&otilde;es, a sele&ccedil;&atilde;o do caminho e a sele&ccedil;&atilde;o da sinaliza&ccedil;&atilde;o.</p>
<p class="MsoBodyText">O encaminhamento do pacote ocorre da mesma forma do que no MPLS. A quest&atilde;o essencial fica por conta da escolha de uma LSP que representa o caminho mais curto para alcan&ccedil;ar o destino.</p>
<p class="MsoBodyText">&nbsp;A componente respons&aacute;vel pela distribui&ccedil;&atilde;o das informa&ccedil;&otilde;es &eacute; fundamental na estrutura da Engenharia de Tr&aacute;fego baseada no MPLS, isto porque &eacute; necess&aacute;rio ter um conhecimento sobre a topologia, assim como informa&ccedil;&otilde;es din&acirc;micas sobre a carga da rede. A implementa&ccedil;&atilde;o deste elemento d&aacute;-se atrav&eacute;s das extens&otilde;es ao protocolo de modo que os atributos das liga&ccedil;&otilde;es sejam inclu&iacute;dos nas mensagens de an&uacute;ncio distribu&iacute;das nos encaminhadores.</p>
<p class="MsoBodyText">A sele&ccedil;&atilde;o do caminho a ser tomado pelos LSP &eacute; baseada num algoritmo denominado CSPF<span style="font-family:&quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; color:#222222;background:white"> </span><em>(Constraint Shortest Path First)</em>. Este algoritmo baseia-se em restri&ccedil;&otilde;es que s&atilde;o atribu&iacute;das aos elementos da rede, para determinar um caminho para o LSP. Para isto, &eacute; necess&aacute;rio que os atributos associados ao LSP sejam respeitados.</p>
<p class="MsoBodyText">&nbsp;A sinaliza&ccedil;&atilde;o &eacute; respons&aacute;vel pelo estabelecimento dos LSP e pela distribui&ccedil;&atilde;o dos r&oacute;tulos no MPLS. Estes s&atilde;o nomeadamente, o LDP e o RSVP-TE. [8]</p>
<p class="MsoBodyText">&nbsp;</p>
<h1 style="margin-left:0cm;text-indent:0cm;mso-text-indent-alt:10.8pt; mso-list:l7 level1 lfo4"><!--[if !supportLists]--><span style="font-weight: normal; font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span>VI.<span style="font-weight: normal; font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span><!--[endif]-->Exemplo pr&aacute;tico</h1>
<p class="MsoBodyText" style="text-indent: 0cm; page-break-after: avoid; " align="left">&nbsp;</p>
<p class="figurecaption"><a name="_Ref312786017">Figura </a><!--[if supportFields]><span style="mso-bookmark:_Ref312786017" mce_style="mso-bookmark:_Ref312786017"></span><span style="mso-element:field-begin" mce_style="mso-element:field-begin"></span><span style="mso-bookmark:_Ref312786017" mce_style="mso-bookmark:_Ref312786017"><span style="mso-ansi-language:PT" mce_style="mso-ansi-language:PT"><span style="mso-spacerun:yes" mce_style="mso-spacerun:yes">&nbsp;</span>SEQ Figura \* ARABIC </span><span lang=EN-US><span style="mso-element:field-separator" mce_style="mso-element:field-separator"></span></span></span><![endif]-->5<!--[if supportFields]><span style="mso-bookmark:_Ref312786017" mce_style="mso-bookmark:_Ref312786017"></span><span style="mso-element:field-end" mce_style="mso-element:field-end"></span><![endif]--> &ndash; Exemplo de um dom&iacute;nio MPLS com RSVP-TE</p>
<p class="MsoBodyText">Como exemplo pr&aacute;tico do exposto at&eacute; aqui podemos analisar o dom&iacute;nio MPLS mostrado na <!--[if supportFields]><span style="mso-element:field-begin" mce_style="mso-element:field-begin"></span><span style="mso-spacerun:yes" mce_style="mso-spacerun:yes">&nbsp;</span>REF _Ref312786017 \h <span style="mso-element: field-separator" mce_style="mso-element: field-separator"></span><![endif]-->Figura 5<!--[if gte mso 9]><xml> <w:data>08D0C9EA79F9BACE118C8200AA004BA90B02000000080000000E0000005F005200650066003300310032003700380036003000310037000000</w:data> </xml><![endif]--><!--[if supportFields]><span style="mso-element:field-end" mce_style="mso-element:field-end"></span><![endif]-->, onde os pacotes destinados ao utilizador <strong>B</strong> s&atilde;o enviados a partir do LSR1 pelo utilizador <strong>A</strong> utilizando uma taxa de 40 Mbps. A largura de banda reservada em cada liga&ccedil;&atilde;o significa que j&aacute; existem LSP estabelecidas neste dom&iacute;nio e os valores mostrados est&atilde;o dispon&iacute;veis para serem utilizados apenas por estas LSP. Se no dom&iacute;nio fosse utilizado o <em>routing </em>IP padr&atilde;o, o tr&aacute;fego seria encaminhado atrav&eacute;s da liga&ccedil;&atilde;o 1-3. Isto ocorre pelas seguintes raz&otilde;es:</p>
<p class="bulletlist"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Symbol;mso-fareast-font-family:Symbol;mso-bidi-font-family: Symbol">&middot;<span style="font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></span><!--[endif]-->&nbsp;A liga&ccedil;&atilde;o 1-3 &eacute; o menor caminho entre o LSR1 e o ponto B, necessitando de apenas dois saltos para alcan&ccedil;ar o destino;</p>
<p class="bulletlist"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Symbol;mso-fareast-font-family:Symbol;mso-bidi-font-family: Symbol">&middot;<span style="font-size: 7pt; font-family: 'Times New Roman'; ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></span><!--[endif]-->&nbsp;O valor da m&eacute;trica deste caminho &eacute; igual a um (m =1).</p>
<p class="MsoBodyText">Com a utiliza&ccedil;&atilde;o deste tipo de <em>routing</em> IP padr&atilde;o ocorreria uma grande perda de pacotes e um alto atraso entre os dois pontos, uma vez que a liga&ccedil;&atilde;o entre o LSR1 e LSR3 n&atilde;o possui folga de largura de banda suficiente.</p>
<p class="MsoBodyText">Com a implementa&ccedil;&atilde;o da engenharia de tr&aacute;fego atrav&eacute;s da utiliza&ccedil;&atilde;o de MPLS com RSVP-TE, o problema do congestionamento pode ser resolvido. Neste caso, um LSP pode ser estabelecido atrav&eacute;s do caminho formado pelas liga&ccedil;&otilde;es 1-2-3. A folga da largura de banda neste caminho &eacute; de 55 Mbps, no tro&ccedil;o com maior congest&atilde;o, sendo suficiente para as necessidades da aplica ]]></description>
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