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<title>Últimos Artigos sobre História</title>
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<description>Artigos do ArtigoPT</description>
<language>pt-PT</language>
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<title>Maquetes: quando tudo começou</title>
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<pubDate>Wed, 13 Nov 2013 05:42:04 +0000</pubDate>
<description><![CDATA[ <p class="MsoNormal"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">De acordo com dados hist&oacute;ricos, t&ecirc;m-se registros do uso de maquetes ainda no s&eacute;culo V antes de Cristo. O Imperador de Roma na &eacute;poca era Her&oacute;doto e fez muitas refer&ecirc;ncias em montagens de maquetes em seu livro, para simbolizar a constru&ccedil;&atilde;o de templos e obras na antiga Roma.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">J&aacute; na Idade M&eacute;dia, com a ascens&atilde;o da Igreja Cat&oacute;lica e suas constru&ccedil;&otilde;es de grandes catedrais, as maquetes eram usadas pelos pr&oacute;prios pedreiros que se deslocavam pelo interior das constru&ccedil;&otilde;es carregando as maquetes, que ilustravam como as constru&ccedil;&otilde;es deveriam ser finalizadas.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">No s&eacute;culo 19, ainda bem guardada na cidade de Florenza, na It&aacute;lia, &eacute; poss&iacute;vel conhecer a famosa maquete da Catedral de Floren&ccedil;a.</span></p>
<p class="MsoNormal"><a href="/uploads/images/u_15605/thumb_maquete.JPG" class="image"><img src="/uploads/images/u_15605/thumb_maquete.JPG" border="0" /></a></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Mas foi no s&eacute;culo 20, na maior ascens&atilde;o da arquitetura moderna que as maquetes ganharam evid&ecirc;ncia, principalmente ap&oacute;s a influ&ecirc;ncia da arquitetura moderna da Escola de Bauhaus, em 1919, onde o conceito de perspectivas e figuras geom&eacute;tricas eram ainda mais ousadas na arquitetura.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Atualmente, as maquetes representam grandes obras, projetos definidos de futuros empreendimentos. &Eacute; mais comum vermos, por exemplo, maquetes em shopping como ferramenta publicit&aacute;ria para vender im&oacute;veis. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Tamb&eacute;m &eacute; um trabalho que ser&aacute; realizado por todos os alunos nas &aacute;reas de Arquitetura e Urbanismo durante seu per&iacute;odo acad&ecirc;mico.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Fazer maquetes &eacute; uma verdadeira arte. Tanto que h&aacute; empresas que oferecem </span><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">produtos para fazer maquetes</span><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"> de alta qualidade e bem profissionais. Al&eacute;m de acess&oacute;rios, a literatura tamb&eacute;m &eacute; &oacute;tima op&ccedil;&atilde;o para quem trabalha com maquetes. &Eacute; o caso do livro <a href="http://www.gizeditorial.com.br/web/titulos/?book=149" target="_blank">Monte sua Mini Cidade</a>, da editora Giz Editorial ,que ensina t&eacute;cnicas de montagens de maquetes.&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Quer saber mais sobre a origem das maquetes? Consulte tamb&eacute;m </span><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">pesquisa da Universidade de Juiz de Fora</span><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">.</span></p> ]]></description>
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<title>LIDERANÇA DESDE SEMPRE</title>
<link>https://artigopt.com/sociedade/historia/lideranca-desde-sempre.html</link>
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<pubDate>Fri, 18 Feb 2011 07:48:03 +0000</pubDate>
<description><![CDATA[ <p>&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14.0pt;">Estudiosos sobre Lideran&ccedil;a v&ecirc;m afirmando que o l&iacute;der eficaz possuiria tr&ecirc;s (3) caracter&iacute;sticas b&aacute;sicas: (A) Foco nos resultados; (B) Motiva&ccedil;&atilde;o de sua equipe; (C) Disciplina para alcan&ccedil;ar seus objetivos. Observando atentamente a hist&oacute;ria humana observamos que desde os prim&oacute;rdios dos tempos os seres humanos v&ecirc;m se preocupando com a organiza&ccedil;&atilde;o da sua sociedade. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14.0pt;">Os gregos &ndash; por exemplo &ndash; se perguntavam constantemente como poderiam fazer sua sociedade funcionar melhor. No s&eacute;culo VII AC <strong>Homero</strong> se concentrou <span style="mso-bidi-font-weight: bold;">no relacionamento entre dois l&iacute;deres:<strong> Agamenon e Aquiles.</strong></span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14.0pt;">Os gregos examinaram a quest&atilde;o da Lideran&ccedil;a como ningu&eacute;m fizera at&eacute; ent&atilde;o, pois se eles eram <span style="mso-bidi-font-weight: bold;">motivados </span>como poderiam <span style="mso-bidi-font-weight: bold;">obter sucesso</span> diante das dificuldades aparentemente intranspon&iacute;veis? Eles procuraram entender o que impelia diversos <span style="mso-bidi-font-weight: bold;">indiv&iacute;duos a se unirem </span>numa organiza&ccedil;&atilde;o. Al&eacute;m disso, os gregos se mostraram ansiosos em discernir como a autoridade e o poder poderiam ser mais bem estruturados para preservar os dois pilares da sua sociedade &ndash; <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;">a liberdade e o respeito a lei</em></strong>.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14.0pt;">O isolamento geogr&aacute;fico, a natureza contemplativa e a cren&ccedil;a na raz&atilde;o levaram os gregos a formular as primeiras perguntas importantes sobre a natureza do relacionamento entre os indiv&iacute;duos e as organiza&ccedil;&otilde;es. Eles acreditavam ser necess&aacute;rio equil&iacute;brio para dar suporte &agrave; efici&ecirc;ncia das organiza&ccedil;&otilde;es e dos indiv&iacute;duos nelas envolvidas. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14.0pt; mso-bidi-font-weight: bold;">Arist&oacute;teles<strong> </strong></span><span style="font-size: 14.0pt;">desenvolveu um sistema filos&oacute;fico<strong> </strong><span style="mso-bidi-font-weight: bold;">bastante interessante<strong> </strong></span>que denominou de <strong>&ldquo;</strong><span style="text-shadow: auto;">a doutrina da modera&ccedil;&atilde;o</span><strong>&rdquo;, </strong>garantindo que a organiza&ccedil;&atilde;o jamais<strong> </strong>poderia transgredir<strong> </strong>completamente os direitos individuais<strong>;</strong> e que o indiv&iacute;duo n&atilde;o poderia colocar suas necessidades acima dos interesses organizacionais.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14.0pt;">Atualmente, ao investigarmos as causas de um desastre financeiro<strong> </strong>percebemos que esses fracassos muitas vezes t&ecirc;m pouco a ver com o produto, com o marketing, planejamento ou mesmo problemas financeiros. Na verdade, tem muito a ver com a qu&iacute;mica entre os l&iacute;deres das organiza&ccedil;&otilde;es. Quando os altos executivos gastam mais tempo e energia contra-atacando do que cooperando, o efeito sobre a organiza&ccedil;&atilde;o &eacute; corrosivo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14.0pt; mso-bidi-font-weight: bold;">A degrada&ccedil;&atilde;o de equipes<strong> &eacute; </strong></span><span style="font-size: 14.0pt;">uma esp&eacute;cie de mol&eacute;stia organizacional. H&aacute; mais de 2.500 anos, Homero nos contou as desaven&ccedil;as entre o rei dos gregos (Agamenon) e o melhor de seus guerreiros (Aquiles), por ocasi&atilde;o da conquista de Tr&oacute;ia. A guerra se arrastava com os gregos querendo voltar para suas casas, suas provis&otilde;es sobretaxadas e os custos se acumulando de forma alarmante. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14.0pt;">Agamenon &ndash; que pouco sabia como manter o comportamento e o apoio de seus guerreiros &ndash; procurava provar ser melhor que Aquiles, em vez de motiv&aacute;-lo para usar sua energia na tomada da cidade. Tomando o &ldquo;pr&ecirc;mio&rdquo; de Aquiles, Agamenon provocou a rea&ccedil;&atilde;o negativa deste, como se fora um empregado qualquer. E, completamente insatisfeito, Aquiles se recusou a lutar e retirou-se com seus batalh&otilde;es. Dessa forma, o Rei tentou atra&iacute;-lo de volta sinalizando com maiores pr&ecirc;mios. Mas, a emenda foi pior que o soneto. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14.0pt;">Nenhum cl&aacute;ssico dramatiza melhor o poder destrutivo dos <strong>desvios de aten&ccedil;&atilde;o</strong> do que Odiss&eacute;ia, de Homero, a qual narra como Ulisses se concentrou para retornar &agrave; sua casa. N&atilde;o foi uma jornada f&aacute;cil, pois ele perdeu todos os seus navios e conseq&uuml;entemente todos seus companheiros. Mesmo Poss&ecirc;idon &ndash; o deus grego do mar &ndash; estava contra ele e, a viagem, assediada por in&uacute;meros atrasos, v&aacute;rios erros, caprichos dos deuses, mau tempo, sedu&ccedil;&atilde;o por mulheres e obstina&ccedil;&atilde;o dos marinheiros, demorou 10 anos. E quando ele finalmente chegou &agrave; casa, teve o desagrad&aacute;vel problema de enfrentar uma turba de pretendentes de Pen&eacute;lope, sua esposa.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14.0pt; mso-bidi-font-weight: bold;">Ulisses<strong> </strong></span><span style="font-size: 14.0pt;">obteve sucesso porque<strong>, </strong>tendo disciplinado seus recursos, raramente ele perdeu seu objetivo de vista.<strong> </strong>Ele<strong> &ldquo;</strong><span style="text-shadow: auto;">administrou por objetivos</span><strong>&rdquo;, </strong>fazendo essa t&eacute;cnica funcionar. Ele estava obcecado pela id&eacute;ia de chegar &agrave; casa e isso o sustentou pelos 10 anos seguintes. Encontrar um Ulisses moderno n&atilde;o &eacute; um desafio f&aacute;cil.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14.0pt;">Em 1958 Kenneth Olsen fundou a DEC (Digital Equipment Corporation), produzindo microcomputadores. Foram tempos dur&iacute;ssimos, pois competir com a IBM era avassalador. Mas, Kenneth anunciava que &ldquo;os sistemas s&atilde;o o futuro&rdquo;, tendo vis&otilde;es (j&aacute; naquela &eacute;poca) do correio eletr&ocirc;nico (e-mail), do acesso instant&acirc;neo &agrave;s impressoras centrais, dos discos de mem&oacute;ria, dos programas e dos bancos de dados. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14.0pt;">Estando bem &agrave; frente do mercado, Kenneth anteviu um crescimento explosivo da automa&ccedil;&atilde;o integrada de escrit&oacute;rios (hoje conhecido como Networking) e, como ficou demonstrado, estava apenas seguindo uma estrat&eacute;gia com a qual havia comprometido sua empresa por mais de 10 anos &ndash; ligar os computadores atrav&eacute;s de redes. Era perfeitamente natural que ele mantivesse a dire&ccedil;&atilde;o de sua organiza&ccedil;&atilde;o apontando para frente, pondo todos para trabalhar duro, enquanto os profetas da ru&iacute;na previam seu desaparecimento.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14.0pt;">Portanto, caracter&iacute;sticas como FOCO nos objetivos, MOTIVA&Ccedil;&Atilde;O de colaboradores e DISCIPLINA sempre foram caracter&iacute;sticas inerentes aos L&iacute;deres, desde os prim&oacute;rdios do tempo.&nbsp;</span></p>
<p>&nbsp;</p> ]]></description>
</item>
<item>
<title>ADAM SMITH E A “MÃO INVISÍVEL” DO MERCADO NA ECONOMIA</title>
<link>https://artigopt.com/sociedade/historia/adam-smith-e-a-mao-invisivel-do-mercado-na-economia.html</link>
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<pubDate>Sun, 23 Jan 2011 05:55:58 +0000</pubDate>
<description><![CDATA[ <p>&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14.0pt;">Em 1723, na Esc&oacute;cia, nasceu um dos mais importantes pensadores econ&ocirc;micos que o mundo teve not&iacute;cia &ndash; Adam Smith. Filho de uma fam&iacute;lia t&iacute;pica de classe m&eacute;dia, desde muito cedo a figura de Smith caracterizou-se pela sua distra&ccedil;&atilde;o e aos 16 anos foi estudar em Oxford, na Inglaterra.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14.0pt;">Ele &eacute; considerado o pai da Economia moderna e o mais importante te&oacute;rico do liberalismo econ&ocirc;mico. Em plena Revolu&ccedil;&atilde;o Industrial &ndash; 1776 &ndash; ele publicou um livro que &eacute; considerado o marco da Teoria Econ&ocirc;mica &ndash; &ldquo;A Riqueza das Na&ccedil;&otilde;es&rdquo;, o qual serviu de base te&oacute;rica para a expans&atilde;o do capitalismo industrial.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14.0pt;">De acordo com Adam Smith o auto-interesse de uma sociedade livre proporcionaria a forma mais r&aacute;pida de uma na&ccedil;&atilde;o alcan&ccedil;ar o progresso e o crescimento econ&ocirc;mico. Na sua liberal opini&atilde;o o maior obst&aacute;culo a esse progresso econ&ocirc;mico seria o intervencionismo do Estado na Economia; pois, para ele, existiria uma &ldquo;m&atilde;o invis&iacute;vel&rdquo; que auto-regularia o mercado. Ou seja, para Adam Smith se o mercado fosse deixado em paz pelos governos ele se manteria sempre em equil&iacute;brio. Isso ele denominou de &ldquo;Laissez-Faire&rdquo;.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14.0pt;">Para ele caberia ao Estado apenas tr&ecirc;s fun&ccedil;&otilde;es: (A) o estabelecimento e a manuten&ccedil;&atilde;o da justi&ccedil;a; (B) a defesa nacional; (C) a cria&ccedil;&atilde;o e a manuten&ccedil;&atilde;o de certas obras e institui&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas, as quais n&atilde;o fossem de interesse privado. Ele era radicalmente contra qualquer restri&ccedil;&atilde;o &agrave; liberdade econ&ocirc;mica que levasse ao monop&oacute;lio de mercado. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14.0pt;">&nbsp;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-size: 14.0pt;">ECONOMIA &ndash; Conceitos B&aacute;sicos</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14.0pt;">&nbsp;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14.0pt;">A Economia estuda a maneira pela qual a sociedade distribui os recursos limitados da Terra para os insaci&aacute;veis apetites dos seres humanos e, nesse cen&aacute;rio, a &ldquo;<strong>oferta</strong>&rdquo; e a &ldquo;<strong>demanda</strong>&rdquo; (procura) s&atilde;o as for&ccedil;as atuantes. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14.0pt;">Naquilo que &eacute; chamado de &ldquo;ponto de equil&iacute;brio&rdquo;, o pre&ccedil;o de mercado permite que a quantidade oferecida seja igual &agrave; quantidade demandada. Dessa forma, os fornecedores ficam dispostos a vender, os consumidores dispostos a comprar e a oferta se iguala &agrave; demanda por um determinado pre&ccedil;o. Em poucas palavras esta &eacute; a base de toda a Teoria Econ&ocirc;mica.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14.0pt;">Examinemos o exemplo do Bar Tavern que produz seu pr&oacute;prio chope &ndash; o Mimus. Imagine que voc&ecirc; seja um(a) bebedor(a) de chope da Skol, mas o Tavern esteja cobrando um pre&ccedil;o especial de R$ 1,50 pelo<span style="mso-spacerun: yes;">&nbsp; </span>caneco de Mimus. O dono do bar possui dez (10) barris em estoque, mas ele acha que se tivesse que cobrar o pre&ccedil;o habitual de R$ 2,80 o caneco, talvez s&oacute; conseguisse vender uns dois barris. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14.0pt;">Voc&ecirc; gosta de Skol, mas por R$ 1,50 decide experimentar a marca mais barata. Aqui, neste bar, a &ldquo;<strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;">m&atilde;o invis&iacute;vel</em></strong>&rdquo; da economia est&aacute; em a&ccedil;&atilde;o, pois ao pre&ccedil;o certo, h&aacute; uma demanda pelos dez barris. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14.0pt;">&nbsp;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-size: 14.0pt;">Estruturas de Mercado</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.0pt;">&nbsp;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.0pt;">Num mercado competitivo existem for&ccedil;as que atuam movendo a <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;">oferta</em></strong>, a <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;">demanda</em></strong> e os pr&oacute;prios <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;">pre&ccedil;os</em></strong>. Pois, quanto maior for a concorr&ecirc;ncia num determinado mercado, mais sens&iacute;vel fica o pre&ccedil;o de mercado, em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; mudan&ccedil;as na oferta e na demanda. Por isso, veremos abaixo, tr&ecirc;s tipos de estruturas de mercado:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 36.0pt; text-align: justify; text-indent: -18.0pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size: 8.0pt; mso-bidi-font-size: 13.0pt; font-family: Wingdings; mso-fareast-font-family: Wingdings; mso-bidi-font-family: Wingdings;"><span style="mso-list: Ignore;">q<span style="font: 7.0pt &quot;Times New Roman&quot;;">&nbsp; </span></span></span><!--[endif]--><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-size: 13.0pt; text-shadow: auto;">Monop&oacute;lio Puro</span></span><span style="font-size: 13.0pt;">: caracteriza-se por haver apenas um vendedor de determinado produto (ou servi&ccedil;o) sem similares no mercado. Exemplo: a empresa LIGHT na cidade do R.J. det&eacute;m o monop&oacute;lio do fornecimento da energia el&eacute;trica e a TELEMAR, det&eacute;m o monop&oacute;lio da explora&ccedil;&atilde;o do servi&ccedil;o de telefonia fixo no Estado do RJ</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 36.0pt; text-align: justify; text-indent: -18.0pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size: 8.0pt; mso-bidi-font-size: 13.0pt; font-family: Wingdings; mso-fareast-font-family: Wingdings; mso-bidi-font-family: Wingdings;"><span style="mso-list: Ignore;">q<span style="font: 7.0pt &quot;Times New Roman&quot;;">&nbsp; </span></span></span><!--[endif]--><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-size: 13.0pt; text-shadow: auto;">Oligop&oacute;lio</span></span><span style="font-size: 13.0pt;">: Caracteriza-se por haver uns poucos fornecedores de um determinado produto (ou servi&ccedil;o), para o qual existem poucos substitutos ou similares. Se o <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">setor</strong> for <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">competitivo</strong>, o monop&oacute;lio &eacute; ben&eacute;fico para o consumidor. (Exemplo: o setor de telefonia m&oacute;vel no Brasil, onde existem apenas quatro fornecedores &ndash; Vivo, Claro, TIM e Oi &ndash; &eacute; ben&eacute;fico para os consumidores, pois o setor de <span style="text-shadow: auto;">telefonia m&oacute;vel</span> est&aacute; em franco crescimento. Mas, se o setor <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">n&atilde;o</strong> for <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">competitivo</strong>, os consumidores n&atilde;o t&ecirc;m nenhum benef&iacute;cio. (Exemplo: o setor de empresas a&eacute;reas, onde os quatro participantes &ndash; Varig, Tam, Gol e BRA &ndash; n&atilde;o competem entre si e, conseq&uuml;entemente, os consumidores n&atilde;o t&ecirc;m nenhuma vantagem.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 36.0pt; text-align: justify; text-indent: -18.0pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size: 8.0pt; mso-bidi-font-size: 13.0pt; font-family: Wingdings; mso-fareast-font-family: Wingdings; mso-bidi-font-family: Wingdings;"><span style="mso-list: Ignore;">q<span style="font: 7.0pt &quot;Times New Roman&quot;;">&nbsp; </span></span></span><!--[endif]--><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-size: 13.0pt; text-shadow: auto;">Concorr&ecirc;ncia</span></span><span style="font-size: 13.0pt;">: Caracteriza-se por haver muitos concorrentes vendendo um determinado produto (ou servi&ccedil;o) com muitos similares, os quais podem ser facilmente substitu&iacute;dos. E, nesse caso, a competi&ccedil;&atilde;o favorece os consumidores, com produtos de qualidade e com pre&ccedil;os cada vez menores. (Exemplo: o setor de Extrato de Tomates, Xampus, Massa, Biscoitos, etc.)</span></p>
<p><span style="font-size: 13.0pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-bidi-font-family: Arial; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">Portanto, quando o Gerente estiver pensando nas condi&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas do mercado de um determinado ramo ou no comportamento individual dos consumidores, &eacute; nesse aspecto da Teoria Macroecon&ocirc;mica que ele deve estar atento, uma vez que as ind&uacute;strias produzem as quantidades que atendem &agrave; demanda, a um <span style="text-shadow: auto;">pre&ccedil;o de equil&iacute;brio</span> baseado na estrutura do mercado competitivo.&nbsp;</span></p>
<p>&nbsp;</p> ]]></description>
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