Recentemente, encontrei uma matéria em que figuravam lado a lado Steve Jobs, Bill Gates e Mark Zuckerberg. O texto colocava Zuckerberg no mesmo patamar de genialidade de Gates e Jobs. O que me levou a fazer dois questionamentos: Será que Zuckerberg é, de fato, um gênio? O que difere oFacebook de outras redes sociais? A princípio duvidava de que aquele site e seu criador merecessem tantos créditos. Resolvi ler o livro de Ben Mezrich “Bilionários Por Acaso”, que originou o filme “Rede Social”. O livro é centrado na amizade de Zuckerberg e o brasileiro Eduardo Saverin. Retrata um cenário de traições, roubo intelectual, ganância e genialidade de Zuckerberg. Terminei este livro e comecei outro “Efeito Facebook” do jornalista americano Davi Kirkpatrick, o qual relata detalhadamente o fenômeno Facebook, em que indivíduos não só fazem amizades, mas também utilizam a plataforma como ferramenta de engajamento social e político. Neste ponto, entendi quem era Zuckerberg, um garoto ousado de Havard que sonhou em construir uma nova forma de comunicação planetária. Além de ter sido um programador brilhante, foi extremamente inteligente na estratégia empresarial, pois soube esperar o momento certo para investir em publicidade, antes porém, priorizou o crescimento e o respeito à liberdade de seus usuários. O Facebook deverá chegar a um bilhão de usuários até o final de 2011, ultrapassando o poderoso Google. Realmente cheguei a conclusão de que Zuckerberg é um jovem brilhante que soube escolher e ouvir pessoas muito bem sucedidas na vida como o grande investidor Peter Thiel
ormado em Letras pela UENP (Universidade Estadual do Norte do Paraná) - Campus da FAFIJA (Faculdade Estadual de Filosofia, Ciências e Letras de Jacarezinho). Especialista em Didática para o Ensino Superior e Psicopedagogia, mestrando em educação pela Universidad de Jaén (FUNIBER). Atualmente é Secretário de Cultura e Turismo de Araçariguama.