<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?>
<rss version="2.0">
<channel>
<title>Últimos Artigos sobre Divórcio</title>
<link>https://artigopt.com/</link>
<description>Artigos do ArtigoPT</description>
<language>pt-PT</language>
<item>
<title>Como solicitar e quanto pedir de pensão alimentícia</title>
<link>https://artigopt.com/casa-e-fam%C3%ADlia/divorcio/como-solicitar-e-quanto-pedir-de-pens%252525252525c3%252525252525a3o-aliment%252525252525c3%252525252525adcia.html</link>
<guid>https://artigopt.com/casa-e-fam%C3%ADlia/divorcio/como-solicitar-e-quanto-pedir-de-pens%252525252525c3%252525252525a3o-aliment%252525252525c3%252525252525adcia.html</guid>
<pubDate>Fri, 08 Nov 2013 11:43:24 +0000</pubDate>
<description><![CDATA[ <p class="MsoNormal">A pens&atilde;o aliment&iacute;cia &eacute; um benef&iacute;cio constitucional garantido por lei, mesmo quando os pais n&atilde;o podem pagar. Segundo o artigo do c&oacute;digo c&iacute;vil: a obriga&ccedil;&atilde;o de prestar alimentos &eacute; a rec&iacute;proca entre e pais e filhos e extensiva a todos os ascedentes, recaindo a obriga&ccedil;&atilde;o nos mais pr&oacute;ximos, em primeiro grau, uns em falta de outros. Destarte, o princ&iacute;pio b&aacute;sico dos alimentos no plano civil &eacute; que os alimentos s&atilde;o aqueles que s&atilde;o apurados de acordo com quem presta, s&oacute; com as possibilidades de quem est&aacute; prestando os alimentos e as necessidades de quem est&aacute; recebendo esses alimentos. Ent&atilde;o muitas vezes o pai n&atilde;o tem possibilidade de prestar alimentos, no quadro das necessidades do filho, nesse instante por obriga&ccedil;&atilde;o subsidi&aacute;ria e n&atilde;o solid&aacute;ria, os av&oacute;s dever&atilde;o complementar aqueles alimentos que s&atilde;o necess&aacute;rios.</p>
<p class="MsoNormal">A quantia a ser paga normalmente &eacute; determinada de comum acordo, entre as partes. Em caso de disc&oacute;rdia o valor pode ser decidido por um ju&iacute;z, de acordo com a necessidade do filho, e &agrave; possibilidade de quem deve pagar. Essas disputas sobre a responsabilidade do pagamento, normalmente acabam atingido o estado emocional das crian&ccedil;as, envolvidas no processo, sendo necess&aacute;rio minimizar as conseq&uuml;&ecirc;ncias.</p>
<p class="MsoNormal"><span>Fator importante &eacute; como ser&aacute; conduzido esse processo, o que realmente essa m&atilde;e vai transmitir para essa crian&ccedil;a quando o pai n&atilde;o pode ou n&atilde;o quer pagar a pens&atilde;o, se ser&aacute; positiva ou negativa. Existe uma porcentagem m&aacute;xima que pode ser comprometida do sal&aacute;rio para a pens&atilde;o aliment&iacute;cia? Temos legisla&ccedil;&atilde;o que o entendimento jurisprud&ecirc;ncial &eacute; que o trabalho n&atilde;o poder ter mais de 30% de sua pens&atilde;o aliment&iacute;cia comprometido, existem casos at&eacute; de 50% da renda comprometida, em casos de de pais com muitos filhos.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Isso &eacute; discutido amplamente, primeiro atrav&eacute;s das pe&ccedil;as processuais, o autor faz seu pedido e o r&eacute;u diz quando est&aacute; disposto a pagar, fazendo o juiz uma audi&ecirc;ncia de concili&atilde;o para discutir, por&eacute;m com base com que &eacute; falado na peti&ccedil;&atilde;o inicial, o juiz j&aacute; arbitra os alimentos provis&oacute;rios. Pois esses s&atilde;o sempre urgentes, podendo ser revisto de acordo com a discuss&atilde;o entre as partes.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>A urg&ecirc;ncia ela diz respeito a fome, a crian&ccedil;a precisa sobreviver se ela vai sobreviver e do ponto de vista de um valor pequeno ou um valor o grande, &eacute; irrelevante pois a justi&ccedil;a entende o seguinte: Alimentos diz respeito a fome seja, de comida, falta de moradia, escola, de estrutura. Essa &eacute; a urg&ecirc;ncia em nome da crian&ccedil;a pela sobreviv&ecirc;ncia digna dela. &nbsp;tempo pimenta s&oacute; complementa essa quest&atilde;o da urg&ecirc;ncia ele ela &eacute; muito relativa &eacute; claro que na maior parte dos casos a urg&ecirc;ncia exige, e falar de <a href="http://pensaoalimenticia.org/">pens&atilde;o aliment&iacute;cia</a> em &uacute;ltima analise, estamos falando do direito &agrave; vida, direito &agrave; liberdade e a dignidade da pessoa humana. </span></p>
<p><span style="font-size: 11.0pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US; mso-bidi-language: AR-SA;">Assim quando o genitor deixa a resid&ecirc;ncia, o que n&atilde;o det&eacute;m a guarda dos menores, esse tem a obriga&ccedil;&atilde;o de prestar os alimentos, porque &eacute; aquele que tem a guarda que ficou com todos os filhos ou com apenas um filho, sobrecarrega-se de todas obriga&ccedil;&otilde;es de gerir a educa&ccedil;&atilde;o, sa&uacute;de, vestimenta e alimento dessa prole. Esses s&atilde;o os principais fatores que definem o que &eacute; pens&atilde;o aliment&iacute;cia</span></p> ]]></description>
</item>
<item>
<title>Dívidas de um Casal e Direito de Família</title>
<link>https://artigopt.com/casa-e-fam%C3%ADlia/divorcio/casal-e-direito.html</link>
<guid>https://artigopt.com/casa-e-fam%C3%ADlia/divorcio/casal-e-direito.html</guid>
<pubDate>Wed, 07 Sep 2011 10:13:13 +0000</pubDate>
<description><![CDATA[ <p>As d&iacute;vidas contra&iacute;das por um dos c&ocirc;njuges antes do casamento s&oacute; podem ser pagas pelos bens comuns do casal se se destinarem aos preparativos do casamento ou se destinarem a despesas de interesses comuns. N&atilde;o ocorrendo as hip&oacute;teses acima, quem fez a d&iacute;vida deve pagar com os seus bens p articulares, ou com a parte que receber na partilha dos bens quando ocorrer o fim do casamento, pela morte, desquite, div&oacute;rcio ou anula&ccedil;&atilde;o do casamento. <br /><br />D&iacute;vidas contra&iacute;das depois do casamento, quando se destinam aos interesses comuns dos c&ocirc;njuges ou da fam&iacute;lia, devem ser pagas pelos bens comuns do casal. Por&eacute;m, uma d&iacute;vida resultante da extravag&acirc;ncia ou do proveito exclusivamente pessoal de um dos c&ocirc;njuges s&oacute; poder&aacute; ser paga com os bens qo causador da d&iacute;vida.<br /><br />Assim, se um marido compra roupas caras em uma butique, ou compra j&oacute;ias para presentear uma amante e n&atilde;o paga essas compras, os credores n&atilde;o poder&atilde;o penhorar ou apreender bens comuns ao casal para garantir a d&iacute;vida. Por qu&ecirc;? Porque n&atilde;o se trata de uma d&iacute;vida feita em benef&iacute;cio da fam&iacute;lia. E se ainda assim os credores entrarem na Justi&ccedil;a e tentarem penhorar a &uacute;nica casa pertencente ao casal? Nesse caso, a &uacute; nica casa que serve de resid&ecirc;ncia permanente da fam&iacute;lia (o que &eacute; denominado "bem de fam&iacute;lia") &eacute; impenhor&aacute;vel, e n&atilde;o responder&aacute; por nenhuma d&iacute;vida. Mas essa regra tem suas exce&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>As d&iacute;vidas decorrentes de contrato de financiamento destinado &agrave; aquisi&ccedil;&atilde;o do pr&oacute;prio im&oacute;vel, de cobran&ccedil;a de impostos e taxas relacionados com o im&oacute;vel (condom&iacute;nio), de cr&eacute;ditos trabalhistas (quando a Justi&ccedil;a manda o propriet&aacute;rio pagar indeniza&ccedil;&atilde;o a algum ex-empregado que trabalhou na resid&ecirc;ncia), quando o im&oacute;vel tiver sido adquirido com dinheiro roubado, o &uacute;nico im&oacute;vel usado para resid&ecirc;ncia pode, sim, ser penhorado ou apreendido. Se consultado pela web, um <a href="http://www.advogadoonline.net/advogado-da-familia/" title="advogado de familia">advogado de fam&iacute;lia online</a> , diria que dependendo do caso concreto deveria ser estudado com maior precis&atilde;o as reais fontes das d&iacute;vidas.<br /><br />Da mesma forma, quando um dos c&ocirc;njuges se toma fiador de algu&eacute;m sem o outro c&ocirc;njuge participar da fian&ccedil;a, os bens comuns do casal n&atilde;o respondem pelo d&eacute;bito caso a d&iacute;vida n&atilde;o seja paga pela pessoa que recebeu a fian&ccedil;a. Nesse caso, se rompido o casamento pela Justi&ccedil;a, ap&oacute;s a partilha dos bens o c&ocirc;njuge fiador responder&aacute; com sua parte pela d&iacute;vida. Mas o bem de fam&iacute;lia pode ser penhorado ou apreendido quando um locador acionar o casal fiador para pagar as d&iacute;vidas do locat&aacute;rio a quem ambos os c&ocirc;njuges concederam fian&ccedil;a locat&iacute;cia.</p>
<p>&nbsp;</p> ]]></description>
</item>
<item>
<title>Diferenças entre separação e divórcio no Brasil</title>
<link>https://artigopt.com/casa-e-fam%C3%ADlia/divorcio/diferencas-entre-separacao-e-divorcio-no-brasil.html</link>
<guid>https://artigopt.com/casa-e-fam%C3%ADlia/divorcio/diferencas-entre-separacao-e-divorcio-no-brasil.html</guid>
<pubDate>Mon, 28 Dec 2009 13:26:52 +0000</pubDate>
<description><![CDATA[ <p><!--[if gte mso 9]><xml> <o:DocumentProperties> <o:Template>Normal</o:Template> <o:Revision>0</o:Revision> <o:TotalTime>0</o:TotalTime> <o:Pages>1</o:Pages> <o:Words>423</o:Words> <o:Characters>2032</o:Characters> <o:Lines>43</o:Lines> <o:Paragraphs>6</o:Paragraphs> <o:CharactersWithSpaces>2963</o:CharactersWithSpaces> <o:Version>11.0</o:Version> </o:DocumentProperties> <o:OfficeDocumentSettings> <o:AllowPNG /> </o:OfficeDocumentSettings> </xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml> <w:WordDocument> <w:Zoom>0</w:Zoom> <w:DoNotShowRevisions /> <w:DoNotPrintRevisions /> <w:DisplayHorizontalDrawingGridEvery>0</w:DisplayHorizontalDrawingGridEvery> <w:DisplayVerticalDrawingGridEvery>0</w:DisplayVerticalDrawingGridEvery> <w:UseMarginsForDrawingGridOrigin /> </w:WordDocument> </xml><![endif]--><!--StartFragment--></p>
<p class="MsoNormal">Todos sabem que terminar um relacionamento nunca &eacute; uma decis&atilde;o f&aacute;cil. S&atilde;o momentos de muita fragilidade emocional e preocupa&ccedil;&atilde;o sobre como se dar&aacute; a partilha dos bens ou a guarda dos filhos. Muitos ficam em d&uacute;vida sobre quest&otilde;es b&aacute;sicas desse processo, e esclarecer as diferen&ccedil;as entre separa&ccedil;&atilde;o judicial e div&oacute;rcio &eacute; o objetivo desse artigo.</p>
<p class="MsoNormal">Em termos gerais, a separa&ccedil;&atilde;o judicial &eacute; uma etapa anterior ao div&oacute;rcio. Quando o casal concorda com a separa&ccedil;&atilde;o e decide dar um fim ao relacionamento, acontece o que chamamos de separa&ccedil;&atilde;o consensual. Em tese, esse &eacute; o tipo mais simples de separa&ccedil;&atilde;o. Essa modalidade dispensa qualquer indica&ccedil;&atilde;o a respeito das causas que levaram os c&ocirc;njuges a fazer o pedido junto &agrave; Justi&ccedil;a. Se o casamento aconteceu h&aacute; mais de um ano ou se o casal est&eacute; de fato separado h&aacute; dois anos no m&iacute;nimo, o processo costuma correr com mais rapidez. Se o casal procura a Justi&ccedil;a j&aacute; em acordo sobre como ser&aacute; a partilha dos bens, pens&atilde;o e visita aos filhos, o processo pode pode acontecer ainda mais rapidamente. Para dar entrada no processso, os documentos necess&aacute;rios s&atilde;o: certid&atilde;o de casamento, pacto pr&eacute;-nupcial (se houver), certid&atilde;o de nascimento dos filhos, documentos de im&oacute;veis e seus valores. Com a papelada toda em m&atilde;os, o advogado emite uma peti&ccedil;&atilde;o de acordo, que &eacute; encaminhada ao juiz. Assim, se n&atilde;o houver nenhum impedimento, a separa&ccedil;&atilde;o pode ter aprova&ccedil;&atilde;o no mesmo dia.</p>
<p class="MsoNormal">J&aacute; quando uma das pessoas n&atilde;o aceita a separa&ccedil;&atilde;o ou quando n&atilde;o h&aacute; acordo sobre quem tem direito a qu&ecirc;, acontece a separa&ccedil;&atilde;o litigiosa. &Eacute; aqui que, atrav&eacute;s de seus respectivos advogados, os dois envolvidos no processo ir&atilde;o entrar em disputa por condi&ccedil;&otilde;es justas para a vida depois da separa&ccedil;&atilde;o. Nesse processo, al&eacute;m dos documentos obrigat&oacute;rios s&atilde;o necess&aacute;rias provas de m&aacute; conduta do c&ocirc;njuge que justifiquem o pedido de separa&ccedil;&atilde;o. Valem aqui fotos, atestados m&eacute;dicos, boletins de ocorr&ecirc;ncia e at&eacute; exames de corpo de delito. Enquanto o div&oacute;rcio litigioso n&atilde;o vem, o juiz estabelece pens&atilde;o, direito de visitas e guarda dos filhos de maneira provis&oacute;ria.</p>
<p class="MsoNormal">Sob o aspecto jur&iacute;dico, a principal diferen&ccedil;a entre separa&ccedil;&atilde;o e div&oacute;rcio &eacute; que s&oacute; com o div&oacute;rcio a pessoa est&aacute; livre para casar novamente no civil. Na pr&aacute;tica, &eacute; s&oacute; atrav&eacute;s de uma decis&atilde;o judicial que o t&eacute;rmino de um casamento &eacute; formalizado. O div&oacute;rcio pode ser solicitado depois de um ano da separa&ccedil;&atilde;o judicial ou ent&atilde;o diretamente, nos casos em que o casal n&atilde;o vive mais junto depois de dois anos. Outra diferen&ccedil;a &eacute; que durante o div&oacute;rcio a partilha de bens &eacute; obrigat&oacute;ria, diferentemente da separa&ccedil;&atilde;o judicial.<span>&nbsp; </span></p>
<!--EndFragment-->
<p>&nbsp;</p> ]]></description>
</item>

</channel>
</rss>

