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<title>Latest Articles by casasdeapostas.info</title>
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<description>Artigos do ArtigoPT</description>
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<title>A regulamentação das apostas online em Portugal</title>
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<pubDate>Sat, 15 Jun 2013 06:12:45 +0000</pubDate>
<description><![CDATA[ <p><img src="http://casasdeapostas.info/wp-content/uploads/2012/08/jogo_online.jpg" border="0" alt="Casas de Apostas" width="232" height="157" /></p>
<p>No ano passado o Estado declarou a inten&ccedil;&atilde;o de legalizar as <a href="http://casasdeapostas.info" target="_blank" title="Casas de Apostas">casas de&nbsp;apostas online</a> em Portugal, mas at&eacute; &agrave; presente data n&atilde;o se conhecem mais desenvolvimentos. De acordo com a imprensa, haveria a inten&ccedil;&atilde;o de fazer com que a Santa Casa da Miseric&oacute;rdia controlasse as licen&ccedil;as a emitir e decidisse quais sites seriam autorizados a explorar o jogo online no nosso pa&iacute;s.&nbsp;</p>
<p>O debate necess&aacute;ro gira em torno de alguns modelos diferentes de explora&ccedil;&atilde;o do jogo: O preferido &eacute; muito parecido com o espanhol, onde o regulador emite as licen&ccedil;as e as empresas interessadas pagam impostos de acordo com a movimenta&ccedil;&atilde;o financeira. No entanto, existe o grande inconveniente de estarmos a falar n&atilde;o s&oacute; de apostas desportivas, mas tamb&eacute;m de casinos online, e neste aspecto o monop&oacute;lio actual ser&aacute; um grande entrave &agrave; regulamenta&ccedil;&atilde;o. Prev&ecirc;-se que seja complicado autorizar casinos online a fazer concorr&ecirc;ncia com os actuais exploradores do jogo, devido &agrave; contratos assinados que t&ecirc;m alguns benef&iacute;cios praticamente imposs&iacute;veis de serem contrariados, sem que haja uma grande compensa&ccedil;&atilde;o financeira por parte do Estado.&nbsp;</p>
<p>Numa altura em que se discute tamb&eacute;m a regulamenta&ccedil;&atilde;o num n&iacute;vel mais abrangente, ou seja, dentro de toda a uni&atilde;o Europ&eacute;ia, existem alguns rumores que d&atilde;o conta de um compasso de espera at&eacute; que seja definida a legisla&ccedil;&atilde;o no espa&ccedil;o comunit&aacute;rio. Enquanto esta situa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o fica resolvida, o Estado continua a deixar de arrecadar valiosos milh&otilde;es numa atividade em franco crescimento e que n&atilde;o deveria ter sido ignorada durante tantos anos pelos sucessivos governos.&nbsp;</p>
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