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<title>Latest Articles by gabrielrandfish</title>
<link>https://artigopt.com/</link>
<description>Artigos do ArtigoPT</description>
<language>pt-PT</language>
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<title>Dedetização no Rio de Janeiro de acordo com o perfil das baratas</title>
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<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 12:06:04 +0000</pubDate>
<description><![CDATA[ <p>As baratas s&atilde;o de origem africana, sendo introduzidas na Europa, com passagem pela &Aacute;sia e chegando ao Novo Mundo, primeiramente na Am&eacute;rica do Norte.</p>
<p>Hoje s&atilde;o cosmopolitas e t&iacute;picas de climas tropicais e temperados, vivendo em ambientes &uacute;midos, quentes e protegidos da luz. Esse sen&aacute;rio torna o Rio de Janeiro um ambiente prop&iacute;cio para o desenvolvimento. Fazer a dedetiza&ccedil;&atilde;o, assim como a descupiniza&ccedil;&atilde;o no Rio de Janeiro de forma adequada &eacute; ainda mais importante do que qualquer outro estado Brasileiro.</p>
<p>Das quase 4.000 esp&eacute;cies distintas, apenas 1% s&atilde;o pragas urbanas.</p>
<p>As demais esp&eacute;cies podem ter h&aacute;bitos diurnos, ocorrendo em florestas, ambientes semi-aqu&aacute;ticos, sob madeiras ou, at&eacute; mesmo, em-associa&ccedil;&atilde;o comensal em ninhos de formiga, vespas e cupins, como em cavernas de morcegos, desertos, tocas de roedores e interior de brom&eacute;lias.</p>
<p>As principais representantes das esp&eacute;cies dom&eacute;sticas s&atilde;o a barata de esgoto, cientificamente conhecida como Periplaneta americana e a barata de cozinha ou francesinha (ou alem&atilde;zinha ou paulistinha), a Blattella germanica. S&atilde;o de h&aacute;bitos noturnos e vivem agregadas.</p>
<p>O sucesso da adapta&ccedil;&atilde;o das baratas ao meio ambiente pode ser atribu&iacute;do ao seu elevado potencial reprodutivo; seus h&aacute;bitos on&iacute;voros, o que significa terem alimenta&ccedil;&atilde;o ecl&eacute;tica, embora tenham prefer&ecirc;ncias alimentares; ao fato de se abrigarem em locais protegidos e por apresentarem, como todos os insetos, um exoesqueleto, ou seja, um esqueleto externo r&iacute;gido que impede a perda de &aacute;gua pelo organismo.</p>
<p>Pode-se ousar dizer tamb&eacute;m que a barata como praga dom&eacute;stica &eacute; um produto do pr&oacute;prio homem, que lhe oferece condi&ccedil;&otilde;es de abrigo e lhe disponibiliza alimentos, garantindo sua sobreviv&ecirc;ncia e prolifera&ccedil;&atilde;o exacerbada.</p>
<p>A barata de esgoto tem como focos prim&aacute;rios &aacute;reas externas, ocorrendo em galerias subterr&acirc;neas de servi&ccedil;os, caixas d'&aacute;gua, caixas de for&ccedil;a, tubos de quedas de lixeira, etc.</p>
<p>Penetram nas resid&ecirc;ncias por invas&atilde;o, em fuga de temperaturas extremas ou por ocasi&atilde;o de inunda&ccedil;&otilde;es provocadas por assoreamento, obstru&ccedil;&atilde;o e extravasamento de galerias de esgoto.</p>
<p>"Passeiam" pelos rodap&eacute;s, ao redor de frestas e esquadrias, sob bancadas, &aacute;reas de servi&ccedil;o, banheiros e atr&aacute;s de cortinas, m&oacute;veis e estofados. Se voc&ecirc; se arrepia s&oacute; de pensar nessa situa&ccedil;&atilde;o, chamar uma dedetizadora no Rio de Janeiro pode fazer a diferen&ccedil;a entre tranq&uuml;ilidade e preocupa&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>A barata de cozinha, ao contr&aacute;rio, &eacute; uma barata residente, que prolifera, principalmente, em locais de manipula&ccedil;&atilde;o de alimentos, infestando arm&aacute;rios, freezers, estufas, tetos rebaixados, pisos falsos, etc.</p>
<p>S&atilde;o t&iacute;picas de cozinhas industriais, hospitais, pres&iacute;dios, bares, lanchonetes e restaurantes.</p>
<p>Infestam equipamentos el&eacute;tricos e eletro-eletr&ocirc;nicos, como telefones e computadores.</p>
<p>Seu controle &eacute; mais complexo do que o de baratas de esgoto.</p> ]]></description>
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<title>Expurgo em Portos, Aeroportos e Fronteiras parte II</title>
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<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 13:40:20 +0000</pubDate>
<description><![CDATA[ <p>Para expurgos em por&otilde;es de navios, estamos por sua vez submetidos, em muitas oportunidades, aos caprichos de alguns Capit&atilde;es, geralmente preocupados com o tempo de carga. Neste ponto, vale lembrar que muitas vezes somos "salvos" pelos senhores Pr&aacute;ticos que nos levam de volta a "porto seguro", diante da pressa dos senhores Comandantes que n&atilde;o aguardam o t&eacute;rmino dos servi&ccedil;os e demais praxes e "zarpam".</p>
<p>Lembramos tamb&eacute;m que nossos servi&ccedil;os, e o de dedetizadora em geral, s&atilde;o norteados pela regulamenta&ccedil;&atilde;o imposta pela International MaritimeOrganization - Regulamentation The Safe US e Of Pesticide in Ships.</p>
<p>Buscando resolver estas quest&otilde;es, nosso entendimento caminha para a profissionaliza&ccedil;&atilde;o do setor, onde a presta&ccedil;&atilde;o do servi&ccedil;o de expurgo deve ser compreendida como um forma t&eacute;cnica e respons&aacute;vel, com a participa&ccedil;&atilde;o efetiva do profissional de Agronomia (Respons&aacute;vel T&eacute;cnico), em conson&acirc;ncia com a empresa a que est&aacute; submetido contratualmente. O treinamento e a capacita&ccedil;&atilde;o dos operadores, sob a supervis&atilde;o e responsabilidade direta do RT &eacute; a forma mais pr&aacute;tica do processo.</p>
<p>A exemplo de outros pa&iacute;ses, como EUA, a certifica&ccedil;&atilde;o anual de cada profissional (RT e Operadores) &eacute; determinante para que estes executem os servi&ccedil;os. Esta certifica&ccedil;&atilde;o permitiria maior profissionalismo das empresas prestadoras de servi&ccedil;os, al&eacute;m de garantir &agrave;s institui&ccedil;&otilde;es de fiscaliza&ccedil;&atilde;o a certeza do bom servi&ccedil;o prestado, diante das exig&ecirc;ncias de atualiza&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica e o compromisso de co-responsabilidade destas empresas.</p>
<p>A empresa, o RT e os operadores seriam cadastrados, treinados e certificados pelos organismos de fiscaliza&ccedil;&atilde;o, cabendo ao RT a responsabilidade de supervisionar os servi&ccedil;os realizados, presentes ou n&atilde;o, fisicamente.</p>
<p>Devemos atender &agrave; &oacute;tica do compromisso da capacita&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica dos envolvidos, delegando responsabilidades e cobrando resultados. A medida for&ccedil;aria as empresas a crescerem tecnicamente, aumentando e melhorando o perfil da qualidade dos servi&ccedil;os prestados.</p>
<p>Essa proposta, longe de criar uma pol&ecirc;mica para o setor, pretende, sim, acumular benef&iacute;cios aos tomadores de servi&ccedil;os de fumiga&ccedil;&atilde;o em Portos, Aeroportos e Fronteiras, na medida em que seremos, todas, empresas comprometidas com a qualidade e a excel&ecirc;ncia de nossos servi&ccedil;os, al&eacute;m de garantir &agrave;s mesmas a oportunidade de crescerem tecnicamente. Destaco aqui tamb&eacute;m uma aten&ccedil;&atilde;o especial para o servi&ccedil;o de <a href="http://www.insetboom.com.br/desratizacao.htm">desratiza&ccedil;&atilde;o no rio de janeiro </a>, que ainda precisa muito da aten&ccedil;&atilde;o do setor.</p>
<p>H&aacute; 23 anos executando expurgos, conhecendo nosso pa&iacute;s, suas particularidades, problemas e limita&ccedil;&otilde;es, nos permitimos apresentar essas considera&ccedil;&otilde;es, para afirmar que muito devemos crescer e nos aperfei&ccedil;oar, para realmente estarmos nos mesmos n&iacute;veis de nossos poss&iacute;veis concorrentes do futuro, al&eacute;m de oferecer garantia de qualidade de nossos servi&ccedil;os aos nossos clientes e tranq&uuml;ilidade aos organismos fiscalizadores.</p> ]]></description>
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<title>Tirando o cupim da história</title>
<link>https://artigopt.com/casa-e-fam%C3%ADlia/tirando-o-cupim-da-historia.html</link>
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<pubDate>Thu, 01 Apr 2010 12:36:56 +0000</pubDate>
<description><![CDATA[ <p>Dizem que o Brasil &eacute; um pa&iacute;s sem mem&oacute;ria, no entanto, existem - para quem quiser conferir, in&uacute;meras viagens e passeios poss&iacute;veis simplesmente para visitar e conhecer cen&aacute;rios de grande significado hist&oacute;rico e cultural. O Estado do Rio de Janeiro, em particular, &eacute; rico em edifica&ccedil;&otilde;es centen&aacute;rias. Mas n&atilde;o &eacute; tarefa das mais simples preserv&aacute;-las. S&atilde;o, em sua maioria, pr&eacute;dios de dif&iacute;cil e onerosa manuten&ccedil;&atilde;o, ocupados durante longos per&iacute;odos por usu&aacute;rios incapacitados financeiramente para a conserva&ccedil;&atilde;o de suas caracter&iacute;sticas e prote&ccedil;&atilde;o contra fatores de degrada&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica. Neste panorama, os cupins representam, sem d&uacute;vida, os piores inimigos deste patrim&ocirc;nio. Insidiosos, v&atilde;o destruindo lenta e gradativamente as madeiras de constru&ccedil;&atilde;o sem que os ocupantes, desavisados, tenham no&ccedil;&atilde;o do que est&aacute; ocorrendo e a que conseq&uuml;&ecirc;ncias tr&aacute;gicas poder&aacute; alcan&ccedil;ar a a&ccedil;&atilde;o destes insetos.<br />A constata&ccedil;&atilde;o de infesta&ccedil;&atilde;o de cupins nestes casos &eacute;, geralmente, tardia, significando maiores custos de tratamentos. As dificuldades or&ccedil;ament&aacute;rias aliadas ao custo alto de descupiniza&ccedil;&atilde;o no Rio de Janeiro posterga os tratamentos para situa&ccedil;&otilde;es altamente-cr&iacute;ticas. Foi neste contexto que surgiu o projeto Tirando o Cupim da Mem&oacute;ria, abra&ccedil;ando duas propostas essenciais. A primeira, objetiva e pr&aacute;tica, re&uacute;nem t&eacute;cnicos, fabricantes de produtos qu&iacute;micos, equipamentos e m&atilde;o-de-obra especializada de empresas de controle de pragas para realizar, com baix&iacute;ssimos custos para o administrador do patrim&ocirc;nio, o tratamento e a preserva&ccedil;&atilde;o em pr&eacute;dio amea&ccedil;ado.<br />A segunda proposta &eacute; a sensibiliza&ccedil;&atilde;o e a mobiliza&ccedil;&atilde;o dos administradores e de parcela significativa da popula&ccedil;&atilde;o para a necessidade de um trabalho solid&aacute;rio no sentido de "tirar o cupim da mem&oacute;ria". Outros importantes dividendos indiretos surgem do projeto, entre eles o incremento de capacita&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnicas das empresas de controle de vetores e pragas urbanas, fundamental para a prote&ccedil;&atilde;o do patrim&ocirc;nio.<br />A hist&oacute;ria do projeto come&ccedil;ou em 1996, na Sala Cecilia Meireles, quando a ABCVP - Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Controle de Vetores e Pragas e a Feema - Funda&ccedil;&atilde;o Estadual do Meio Ambiente, com o apoio da Divis&atilde;o de Opera&ccedil;&atilde;o e Manuten&ccedil;&atilde;o de Teatros Museus e Casas de Cultura da FUNARJ - Funda&ccedil;&atilde;o de Arte do Estado do Rio de Janeiro programaram um inusitado passeio durante o Curso "Controle de Cupins e Formigas em &Aacute;reas Urbanas, Acervos e Equipamentos de Dedetiza&ccedil;&atilde;o no Rio de Janeiro". Empres&aacute;rios e t&eacute;cnicos, em um programa coletivo, foram &agrave; Sala Cecilia Meireles identificar focos de infesta&ccedil;&atilde;o de cupins. A visita resumiu-se aos pontos mais atingidos: madeiramento do telhado, com riscos inclusive de desabamento, palco, laterais de palco, plat&eacute;ia, murada de balc&atilde;o, portas e subsolo.<br />A proposta apresentada obteve grande repercuss&atilde;o, alcan&ccedil;ando, inclusive, o<br />primeiro Congresso Brasileiro de Controle de Vetores e Pragas Urbanas, realizado em maio de 1997, no Hotel Gl&oacute;ria, por reunir as condi&ccedil;&otilde;es ideais para o desenvolvimento do trabalho de divulga&ccedil;&atilde;o das empresas do setor. A participa&ccedil;&atilde;o em iniciativas que integrem suas diferentes &aacute;reas em projetos e programas de utilidade p&uacute;blica e de claro significado para a popula&ccedil;&atilde;o &eacute;, sem d&uacute;vida, um dos melhores caminhos para atingir os objetivos tra&ccedil;ados pela ABCVP na dire&ccedil;&atilde;o de inserir as empresas associadas num quadro de investimentos em sa&uacute;de, meio ambiente e melhoria da qualidade de vida.<br />O cuidado com o patrim&ocirc;nio vem mobilizando tamb&eacute;m o governo federal. O Banco Nacional do Desenvolvimento Econ&ocirc;mico e Social - BNDES, desde 1996, investe pesado na valoriza&ccedil;&atilde;o do patrim&ocirc;nio hist&oacute;rico nacional, desenvolvendo projetos importantes na &aacute;rea de restaura&ccedil;&atilde;o de constru&ccedil;&otilde;es hist&oacute;ricas. Um deles, realizado em parceria com a Funda&ccedil;&atilde;o Roberto Marinho, &eacute; a recupera&ccedil;&atilde;o da Igreja de Nossa Senhora da Lapa dos Mercadores, no Rio de Janeiro.</p> ]]></description>
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