A economia mais estável dos anos 2000, comparada às décadas anteriores, permitiu esse crescimento. Agora, o planejamento no setor é mais estruturado e de longo prazo.
O modelo pré-formatado, que confere menores riscos aos empresários e investimentos mais controlados em relação aos demais segmentos, é um dos fatores que explicam o sucesso do franchising no Brasil. Mas não é o único. Especialistas em franquias são unanimes ao dizer que os executivos envolvidos na área, seja franqueador ou franqueado, estão mais maduros.
Esse amadurecimento é reflexo da profissionalização do mercado de franquias. Com o tempo, os empresários perceberam que o cenário brasileiro, com forte potencial empreendedor, é propício ao crescimento sustentável do modelo.
E expectativa é que, em 2012, o segmento represente 3% do Produto Interno Bruto (PIB). Para acompanhar esse progresso, os franqueadores estão mais exigentes na escolha de seus franqueados e estes mais cuidadosos ao definirem a rede que querem representar.
“Claro que temos muito que aprender. Temos ‘gaps’ internos de formação de executivos e de mão de obra. Mas isso não é um problema apenas do franchising “ acrescenta a sócia da Vecchi Ancona , Ana Vecchi.
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