OS CUSTOS DA CRISE E DO DESINVESTIMENTO EM SEGURANÇA: UMA AMEAÇA PARA AS EMPRESAS

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por: adtportugal Total leituras: 305 Nº de Palavras: 1073 Data: Fri, 1 Apr 2011 Hora: 5:21 PM 0 comentários

Tornar prioritário o custo em vez do investimento é, além de um risco: “pão para hoje, fome para amanhã”

 

A actual e incipiente crise económica que já se faz sentir em todos os mercados está a provocar cortes significativos em todas as áreas da empresa, pondo em causa a segurança corporativa. Se tivermos em conta que o investimento em segurança permite às empresas garantir a protecção dos colaboradores, instalações e documentos, assim como reduzir as perdas e assegurar as receitas – alvo de relevada importância em tempo de crise – um corte drástico nesta área pode supor um alto risco, aumentando a sua vulnerabilidade e perdendo competitividade.

 

A segurança corporativa de uma empresa tem uma componente humana, outra processual e outra tecnológica. Esta última, como em muitas outras áreas das empresas, é aquela que realmente permite manter o rendimento com um investimento razoável num período que obriga à prudência. A escalabilidade, flexibilidade, convergência e integração são capacidades associadas a qualquer tecnologia, muito valorizadas em períodos de crise e que nos sistemas de segurança marcam claramente a diferença entre uma segurança preventiva e rentável sem comparação com outra mais reactiva e dispendiosa baseada principalmente no factor humano.

 

Investir em tecnologia em tempo de crise

O investimento em tecnologia de segurança não será a cura para todos os males, mas trata-se de uma solução bastante positiva em tempo de cortes, pois mantém os níveis de segurança corporativa e melhora os processos mesmo quando se planeia com base em alguns parâmetros que meçam o retorno do investimento (ROI). Entre os parâmetros que uma empresa deve ter em conta para optimizar a segurança corporativa, em conjunturas como a actual, estão:

·         Os custos da falta de segurança: deve falar-se dos custos da falta de qualidade, isto é, dos custos derivados dos acidentes e gastos adicionais como resultado de não ter investido de forma preventiva perante possíveis riscos. Algo semelhante ocorre com a segurança.

·         Utilidade para outras áreas da empresa: desde há alguns anos que, além de reduzir os potenciais riscos associados a qualquer actividade empresarial (incêndios, roubos, acidentes, desvio de informação, intrusões, etc.), o investimento em tecnologias de segurança tem sido utilizado para a gestão de processos, tal como o acompanhamento de mercadorias, a gestão das pessoas ou o controlo das vendas, permitindo a partilha de custos e a optimização dos investimentos em tecnologia.

 

Qualquer incidente relacionado com a segurança (incêndio, furto, acidente, desvio de informação, intrusões, etc.) pode supor um grave prejuízo tanto na conta dos resultados da empresa como na sua imagem. Por isso, na altura de apertar o cinto convém analisar minuciosamente a situação, pensar a médio prazo e pensar no investimento, em vez do custo na altura de implementar ou manter políticas de segurança. www.adt.pt

Sobre o Autor

A ADT Portugal Fire & Security, uma empresa líder em segurança e incêndio, suportada por um serviço de excelência e experiência incomparável




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