A volta de Felipe Massa

Ver PDF | Ver Impressão
por: Debora Soares Total leituras: 207 Nº de Palavras: 489 Data: Tue, 16 Oct 2012 Hora: 9:06 AM 0 comentários

O vice campeão do ano de 2008, acostumou mal o fã da Fórmula 1 nascido neste país. Após a morte do eterno e grandioso Ayrton Senna, a categoria, em terras tupiniquins, teve um verdadeiro êxodo de telespectadores e amantes. Rubens Barrichello sempre foi um bom piloto, mas nunca foi dos sonhos para os fãs de Senna. Quando Felipe Massa surgiu ainda na Sauber, observou-se uma possibilidade de voltar a gritar de felicidade nos domingos matutinos. Ele não é exatamente um Senna, nem tem a precisão na mecânica, daqueles que faz uma troca de óleo, como Nelson Piquet, mas sempre foi rápido e competitivo o suficiente para empolgar.

A Ferrari nem sempre ajuda

Após o acidente grave em 2009, no grande prêmio de Hungaroring, muito se especulava sobre a velocidade de Massa. Em 2010, na sua volta, o piloto brasileiro já mostrava que era possível voltar a ser o mesmo de antes. Só que ai veio a fatídica corrida de Hockheimer, na Alemanhã, quando Massa liderava e teve a sua vitória arrancada por uma decisão vinda dos boxes da Ferrari. Deste dia em diante, Massa parecia ter perdido a mão para Fórmula 1.

Tanto foi que em 2011, o ano praticamente não existiu para o brasileiro. Em 2012, seu último ano de contrato, parecia que seria também o último de carro vermelho. Só que como que mostra ao mundo a verdadeira face de seu rendimento, o Felipe Massa parece ter levantado da tumba, sacudido a poeira e assim, está voltando dia-a-dia a ser o velho piloto que empolga. Nas duas últimas corridas, um pódio, que não vinha há 35 GPs e um quarto lugar nos calcanhares de Alonso, que só não foi ultrapassado por conta do mundial de pilotos.

Renovação próxima e merecida

Portanto aos que achavam que ele estava morto e que deveria ser escorraçado da equipe de Maranello, um alerta: este brasileiro por uma volta e meia esteve campeão mundial, dentro de casa, vencendo a corrida pela segunda vez e só não terceira em função de mais um jogo de equipe que em 2007, deu à vitória a Kimi Raikonen. Assim sendo, é só observar sua vibração e competência. Não basta ser bom acertador, fazer alinhamento e balanceamento. É preciso ser arrojado e saber guiar e isso ele sabe.

Sobre o Autor

Sou uma carioca, tenho 27 anos, apaixonada por fórmula 1 e pelo Vasco. Amo escrever, sou estudante de jornalismo.




Pontuação: Não pontuado ainda


Comments

No comments posted.

Add Comment