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Com diploma, sem emprego

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por: marcelovision Total leituras: 431 Nº de Palavras: 696 Data: Mon, 6 Jun 2011 Hora: 5:57 PM 0 comentários

A crise de empregos que assola o país produz um fenômeno ainda pouco estudado pelos acadêmicos: o chamado desemprego intelectual. O conceito, criado na Itália, designa tanto aqueles profissionais com formação universitária que se sentam nos bancos de praça devorando os classificados de jornal, quanto aqueles que têm formação superior numa determinada área, mas trabalham em outra, totalmente diferente - e que geralmente exige menor escolaridade. É o caso do engenheiro que virou comerciante, da psicóloga que ganha a vida vendendo bombons caseiros e do arquiteto que garante que apenas 'está' taxista.

A pedido de ÉPOCA, o economista Cláudio Dedecca, professor da Unicamp, cruzou dados do Censo do ano 2000 para dimensionar o problema e chegou a dados inéditos. De acordo com seu estudo, restrito ao Estado de São Paulo, 37% das pessoas com formação superior exercem atividades profissionais que não exigem curso universitário. Mas, como aponta a Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios, outros 3,7% da população com mais de 15 anos de estudo estão desempregados. Assim, pode-se estimar que pelo menos quatro em cada dez pessoas que investiram tempo, dinheiro e dedicação numa faculdade não aproveitam nada do conhecimento adquirido no mercado de trabalho.

Outro número surpreendente diz respeito à capital paulista, a maior cidade do país. Segundo o secretário municipal de Desenvolvimento, Trabalho e Solidariedade, Márcio Pochmann, há em São Paulo mais desempregados entre os cidadãos com nível superior completo que entre os analfabetos - uma proporção de 45 mil contra 24 mil. Visto de perto, o número é um pouco menos assustador - a população de analfabetos em São Paulo é também quase a metade dos diplomados. Mesmo assim, o número revela uma realidade impensável alguns anos atrás. Hoje, bacharel e analfabeto têm a mesma probabilidade de cansar as pernas na fila do seguro-desemprego.

Na cidade de São Paulo há 45 mil desempregados com diploma na mão.

A situação é pior que entre os analfabetos - são 24 mil procurando emprego

Montar seu negócio próprio

Se você tem espírito empreendedor, pode deslanchar em algo só seu. E dar o seu melhor. Foi o que fez Akemi Yamashita, de 40 anos: ''Estava indo para o terceiro ano de engenharia química, em Maringá, no Paraná, quando a agência de turismo onde trabalhava propôs me transferir para São Paulo. Deixei a faculdade e aceitei o desafio. Mais tarde, abri uma operadora com um sócio. Avisei meus clientes e, para o meu espanto, todos me seguiram. No primeiro mês já tivemos lucro. Depois, conquistei um passageiro que levava japoneses para trabalhar no Japão. Ele comprava 100, 200 passagens por mês. Mais tarde, decidi ir para a Austrália passar 45 dias conhecendo o país e só então passar a fechar pacotes para lá. Hoje minha empresa tem 18 funcionários e é referência em viagens para Austrália, Nova Zelândia e Taiti''. A maior saída é investir em seu próprio negócio.

 

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Referências

http://revistaquem.globo.com/Revista/Quem/0,,EMI40325-9531,00-COM+DIPLOMA+SEM+EMPREGO.html

Sobre o Autor

Meu nome é Marcelo sou um empreendedor de Marketing Multinivel conheci o mercado através do E-book Ganhar Online do Silvio Fortunato conseguir entender e compreender esse grande mercado que mais crescer no mundo.

Tudo na vida tem um propósito nada acontecer por acaso as oportunidades surgem de maneiras estranhas de um modo que só os curiosos e o otimista ver.

Site: www.marcelovision.com

 

"A maioria das pessoas têm sonhos… mas apenas algumas fazem algo a respeito."




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