Parques e bosques de Curitiba atraem turistas e ressaltam a cultura dos imigrantes

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por: Carlos Hozberg Total leituras: 73 Nº de Palavras: 710 Data: Fri, 11 Apr 2014 Hora: 1:12 PM 0 comentários

Curitiba, capital do Paraná, é a maior cidade do Sul do país.  Apesar de não possuir praias, que são comumente os maiores atrativos para os viajantes, vem sendo cada vez mais procurada como destino turístico. Além do planejamento urbano, comum na metrópole desde a sua fundação, essa procura fez com que se desenvolvesse uma vasta rede hoteleira em Curitiba, formada por apart-hotéis, hotéis de luxo e algumas opções mais em conta, a fim de atender todos os tipos de turistas.

A capital também é chamada de Cidade Modelo, não somente pelas obras de infraestrutura e as soluções urbanísticas implantadas, que são referencia mundial, como também pela enorme preocupação com o meio ambiente por parte do governo e da população. A grande maioria das ruas da capital paranaense é limpa e bem cuidada, e divide espaço com a enorme quantidade de praças e diversos parques por toda a região, compondo uma ampla área verde. Isso já é motivo suficiente para se hospedar nos hotéis em Curitiba.

Um dos mais famosos desses locais, o Parque Barigui, é o preferido da população para a prática de caminhadas e exercícios físicos, e fica lotado todos nos fins de semanas e feriados.. O parque possui ao todo 1.400.000 m², a maior parte formada por mata nativa que abriga espécies como capivaras, garças e muitos outros tipos de aves, os quais são cuidados pelos funcionários do local.

Algumas dessas áreas verdes, além de serem válvulas de escape da agitação da cidade grande, também reúnem a diversidade cultural e étnica de Curitiba. O Bosque do Papa, por exemplo, fundado em 1980 logo após a visita do Papa João Paulo II, abriga o Memorial Polonês, composto de sete casas  tipicamente polonesas, construídas em madeira na época da imigração e remontadas cuidadosamente no Bosque em formato de vila.

Já os imigrantes nipônicos são homenageados principalmente na Praça do Japão, onde está o Memorial da Imigração Japonesa. Uma construção que lembra  um templo budista japonês muito importante, o Pavilhão Dourado. A praça segue fielmente os padrões dos jardins orientais com bonsais, um lago de carpas e cerejeiras trazidas diretamente do Japão para enfeitar a praça.

Os italianos, como não poderia ser diferente, são a presença predominante no bairro de Santa Felicidade, o mais gastronômico de Curitiba. O bairro possui dezenas de ótimos e enormes restaurantes, alguns deles com capacidade para servir mais de mil pessoas. Lá também está localizado o Bosque São Cristóvão, ou Bosque Italiano, uma área que pertence à Paróquia de Santa Felicidade. Churrasqueiras, quiosques e palco coberto fazem parte da ampla estrutura de lazer do bosque, e por esse motivo ele é local de festas tradicionais da cultura italiana como a Festa da Uva, no início do ano, e a Festa da Polenta e do Frango, em julho.

Portugueses, alemães, árabes, ucranianos. A variedade cultural da capital é tão rica que por si só já é um convite para procurar um dos hotéis de Curitiba, e ver com os próprios olhos tudo o que esses povos construíram e contribuíram para a formação de uma das maiores cidades do País.

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Autor de textos sobre viagens e turismo




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