ADOLESCENTES GRÁVIDAS: OS DESAFIOS E AS PERSPECTIVAS NO CONTEXTO ESCOLAR

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por: Janaina Silveira Total leituras: 653 Nº de Palavras: 8369 Data: Fri, 11 Mar 2011 Hora: 1:47 PM 0 comentários

ADOLESCENTES GRÁVIDAS: OS DESAFIOS E AS PERSPECTIVAS NO CONTEXTO ESCOLAR

Silvia Janaina Silveira Gomes[1]

RESUMO: O presente artigo é resultado de uma pesquisa qualitativa realizada em uma escola pública do município de Itapetinga – BA, junto aos professores às adolescentes grávidas do Ensino Médio. O objetivo dessa pesquisa foi identificar as situações enfrentadas pelas adolescentes numa gravidez precoce no contexto escolar, bem como as ações da escola no que diz respeito ao amparo e à provisão dos subsídios necessários para que as adolescentes continuem estudando apesar da gravidez precoce. Para alcançarmos os objetivos elencados foi utilizada como método para coleta de dados a observação e a entrevista semi-estruturada na tentativa de verificar como a gravidez se constitui um dilema e um desafio – ou não – dentro do contexto escolar, como também as implicações que uma gravidez precoce imprime à vida escolar dessas jovens. Esses métodos foram úteis para o delineamento da pesquisa e conclusão de que a escola não tem o suporte necessário para o acolhimento de adolescentes grávidas e nem conta com o auxílio profissional necessário para o amparo dessas garotas. Além de que foi possível constatar que a gravidez na adolescência constitui-se um fenômeno que causa inúmeras implicações às estudantes que vão desde o deslocamento das prioridades estabelecidas para suas vidas, afastamento do convívio com os colegas da escola devido à responsabilidade precoce até o abandono dos estudos pela ausência de auxílio para o enfrentamento da gravidez e, consequentemente, da nova vida que as adolescentes terão ao assumir a criação de um filho enquanto ainda são tão jovens.

 

PALAVRAS – CHAVE: Gravidez na Adolescência. Escola. Abandono Escolar.

 

INTRODUÇÃO

 

            A gravidez na adolescência constitui-se um fenômeno que implica profundas mudanças na vida das jovens, obrigando-as a assumir uma responsabilidade para a qual ainda não estão devidamente formadas. Pode-se dizer que se trata de crianças gerando outras crianças já que a adolescência é uma fase transitória em que o indivíduo não é mais criança – mas também não deixou de sê-la – e ainda não é um adulto.

No que tange ao contexto escolar, a gravidez na adolescência pode se constituir um empecilho para que as jovens continuem a estudar, posto que elas muitas vezes não encontram o auxílio e o amparo necessários na família e nem na escola para lidar com essa situação. No entanto, não se pode perder de vista que a escola é, além de um espaço de construção de conhecimentos, um lócus de formação de sujeitos enquanto indivíduos inseridos num contexto social.

Nesta perspectiva, a escola é um importante local para tratar sobre a gravidez na adolescência e, de um modo geral, a orientação sexual visando educar e orientar os alunos acerca da sexualidade humana de forma natural e correta. Contudo, o trabalho de orientação sexual no âmbito escolar, na maioria das vezes, fica incompleto ou incipiente em consequência de falta de capacitação dos próprios professores e, sobretudo, pela ausência de iniciativas das instituições escolares para que tal ação ocorra de forma contínua e com qualidade

            Desse modo, optamos por tratar da temática em questão tendo em vista o alto índice de adolescentes que engravidam e por entender que ampará-las e auxiliá-las se constitui uma função não somente da família, mas também da escola, pois, essas jovens se encontram inseridas no contexto escolar e necessitam de orientações para assumirem a responsabilidade da maternidade precoce, como também de compreensão e auxílio para concluírem seus estudos e terem a oportunidade de alcançar as mesmas condições de vida que outras jovens que não engravidam na adolescência poderão ter.

            Assim, o presente artigo se desenvolve tendo em vista a seguinte problemática: Quais as situações enfrentadas pelas adolescentes numa gravidez precoce no contexto escolar, bem como as ações da escola no que tange ao amparo e à provisão dos subsídios necessários para que as jovens continuem estudando apesar da gravidez precoce?

            Para elucidar a questão proposta recorremos a referenciais teóricos para subsidiar a pesquisa, como também utilizamos como metodologia a observação e a entrevista semi-estruturada na tentativa de confrontar os dados coletados e analisados com o referencial teórico estudado e a realidade observada na instituição escolar.

 

A GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA E O CONTEXTO ESCOLAR

 

            A adolescência é uma etapa importante da vida na qual o indivíduo se encontra em uma fase de transição entre a infância e a idade adulta. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o período da adolescência é compreendido entre 10 e 19 anos e se refere a um período de mudanças físicas e emocionais, momento de conflitos e crises, decorrentes de mudanças bio-psico-sociais.

É um período marcado por descobertas, sonhos, incertezas, projetos e alterações tanto no corpo quanto na mente; uma fase complexa e, se neste contexto surge uma gravidez, esta implicará desafios os quais a adolescente terá que enfrentar na tentativa de aprender a lidar consigo mesma neste momento difícil da vida e com sua família, amigos e colegas de escola e com a própria escola enquanto local onde, muitas vezes, estão depositadas todas as esperanças de alcance de um futuro melhor. Segundo Bueno (2003) apud Corrêa (2009, p. 19),

a adolescência implica num período de mudanças físicas e emocionais considerado, por alguns, um momento de conflito ou de crise. Não podemos descrever a adolescência como simples adaptação às transformações corporais, mas como um importante período no ciclo existencial da pessoa, uma tomada de posição social, familiar, sexual e entre o grupo. A puberdade, que marca o início da vida reprodutiva da mulher, é caracterizada pelas mudanças fisiológicas corporais e psicológicas da adolescência. Uma gravidez na adolescência provocaria mudanças maiores ainda na transformação que já vinha ocorrendo de forma natural.

            Assim, a gravidez na adolescência constitui-se um problema de relevância social que precisa ser tratado também no âmbito escolar de modo que, através da informação e de uma educação sexual correta, se possa minimizar os altos índices de sua ocorrência. No entanto, se a gravidez precoce acontece é preciso que se acolha a menina, oferecendo-lhe subsídios para que ela possa encarar a gravidez e compreender as mudanças que acontecem durante esse período.

            Neste sentido, a escola tem um papel fundamental para enfrentar esta questão e para contribuir na educação dos adolescentes, pois é aí que eles passam parte significativa do seu dia; nela estabelecem relações afetivas, constroem amizades, aprendem a conviver com pessoas diferentes e constroem conhecimentos. Desse modo, a escola tem também a função de atuar no sentido de orientar aos alunos acerca de sua sexualidade na tentativa de evitar a ocorrência de gravidez na adolescência e quando esta ocorre, ela precisa estar preparada para acolher as futuras mães de forma que elas não se sintam rejeitadas, humilhadas, diferentes das demais e nem abandonem os estudos.

A escola é um lócus relevante para abordar a sexualidade. Os professores devem orientar os alunos, mas para isso é preciso que eles também estejam preparados para esclarecer as dúvidas relativas à questão. De acordo com Teles (1992, p.51),

os professores encarregados de educação sexual na escola devem ter autenticidade, empatia e respeito. Se o lar está falhando neste campo, cabe à escola preencher lacunas de informações, erradicar preconceitos e possibilitar as discussões das emoções e valores.

            O espaço escolar deve propiciar aos alunos mais do que a aquisição de conhecimentos constantes em sua matriz curricular, mas deve promover a formação humana de seus estudantes e esta perpassa pelo âmbito da sexualidade, muitas vezes pouco ou nada abordada no contexto familiar.

            Neste sentido, é necessário que ações sejam planejadas, no ambiente escolar, na intenção de minimizar os índices de gravidez na adolescência. O ideal seria que família e escola juntas atuassem no sentido de oferecer orientação sexual aos adolescentes, contudo nem sempre a família cumpre essa função legando à escola o encargo de promover uma educação sexual adequada. Muitas vezes a escola também falha por causa do despreparo docente para tratar as questões sexuais, pelos preconceitos e tabus que ainda existem no tocante ao sexo ou até mesmo pelo fato de alguns docentes não reconhecerem como sua atribuição proporcionar aos alunos as orientações e informações necessárias acerca da sexualidade.

            Mal informados e muitas vezes sem ter ninguém que os oriente a respeito do sexo, muitos adolescentes iniciam sua vida sexual por força de seus instintos, sem precaução alguma para evitar a contração de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) ou a ocorrência de gravidez, elevando as estatísticas que comprovam que “no Brasil, a cada ano, cerca de 20% das crianças que nascem são filhos de adolescentes” (BUENO apud CORRÊA, 2009, p.24). De acordo com a Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde da Criança e da Mulher,

acentua-se um rejuvenescimento do processo reprodutivo. A fecundidade das mulheres mais jovens (15 a 19 anos) passou a representar 23% da taxa total, em 2006, em contraste com 17% em 1996 (...). Entre as jovens de 15 a 19 anos, 23% estavam grávidas no momento da pesquisa e 12% já estiveram grávidas, mas não tiveram filhos nascidos vivos (PNDS-2006, p.34).

            A organização curricular do sistema educacional brasileiro deixa para a sociedade a expectativa de que todos os jovens concluam o ensino médio até os 18 anos; porém, é grande o número de adolescentes que engravidam e abandonam a escola devido às dificuldades para estudar, cuidar do filho e, muitas vezes, trabalhar para sustentar a criança sozinha, sem o apoio do parceiro que, na maioria das vezes, também é adolescente e demonstra dificuldade para assumir suas obrigações paternas.

            A gravidez na adolescência é uma das principais causas de evasão escolar, assim, faz-se necessário que sejam tomadas providências para o enfrentamento dessa questão para diminuição dos índices de evasão escolar, pois com ela vêm à tona várias outras conseqüências.

            Quando uma adolescente abandona a escola está perdendo oportunidades de trabalho, pois, o mercado está cada vez mais exigente e competitivo e, nesse caso, a adolescente terá menos condições para competir com outros profissionais mais qualificados por terem continuado a estudar. Conseqüentemente, a jovem acaba se vendo obrigada a se submeter a trabalhos subalternos, sem registro em carteira e, desse modo, sua situação piora cada vez mais.

 

PERCURSO METODOLÓGICO: PROCEDIMENTOS DE COLETA E ANÁLISE DE DADOS

 

            No intuito de solucionar a problemática norteadora do presente estudo optamos por desenvolver esta pesquisa numa perspectiva qualitativa que, de acordo com Chizotti (1991), possibilita evidenciar o grau de complexidade dos fenômenos singulares e suas contradições e o caráter imprevisível e original das relações interpessoais. Também a pesquisa quantitativa contribuiu para apoiar a pesquisa de análise qualitativa dos dados, aplicando entrevistas semi-estruturadas aos sujeitos investigados.

            De acordo com Bogdan e Biklen (1994), a pesquisa qualitativa supõe que o pesquisador mantenha contato direto e prolongado com o ambiente e a situação que se está investigando com o propósito de compreender os significados das ações de um sujeito ou grupos de sujeitos inseridos no ambiente de um contexto social concreto. Sendo assim, a fonte direta de coleta de dados foi o ambiente natural dos sujeitos envolvidos e as informações colhidas analisadas à luz do referencial teórico estudado.

            Foram utilizadas como instrumentos de investigação a observação e entrevista semi-estruturada, através da qual, segundo Triviños (1987) o pesquisador parte de alguns questionamentos básicos alicerçados em hipóteses que interessam ser averiguadas e que podem oferecer uma amplitude de outras questões que emergem no decorrer da mesma.

            Optamos por realizar este estudo numa escola pública do município de Itapetinga – BA por se ter conhecimento prévio de que essa instituição de ensino comporta um número considerável de adolescentes grávidas. Sendo assim, optamos por coletar dados no turno matutino, tendo em vista o fato de ser um período em que a maioria das pessoas trabalha, na expectativa de observar as situações enfrentadas pelas adolescentes numa gravidez precoce no contexto escolar, como também as ações da instituição escolar no que respeita ao amparo e à provisão dos subsídios necessários para que as garotas continuem estudando apesar da gravidez precoce.

            Haja vista que no período da manhã há o registro de 300 (trezentos) adolescentes freqüentando as aulas dentre os quais 129 (cento e vinte e nove) são mulheres, verificou-se que 35 (trinta e cinco) delas encontram-se grávidas, o correspondendo a aproximadamente 27% do total de mulheres freqüentando a escola investigada.

Constatou-se, ainda, que o total de meninas matriculadas é de 160 (cento e sessenta), o que evidencia que 31 (trinta e uma) delas evadiram – 19% do total de mulheres matriculadas –, sendo que 22 (vinte e duas) abandonaram os estudos por causa de gravidez precoce, o que corresponde a aproximadamente 14% do montante de matrículas de meninas e cerca de 71% do total de evasões.

Verificou-se, também, que desde o início do corrente ano letivo, 25 (vinte e cinco) adolescentes engravidaram das quais 3 (três) continuaram a estudar após o nascimento dos filhos, porém somente uma apresenta um rendimento escolar satisfatório – apesar das ausências que, segundo ela, devem-se ao fato de precisar ficar com o filho, pois às vezes não tem ninguém que possa cuidar dele - , enquanto 2 (duas) apresentam um número significativo de faltas, baixo rendimento escolar e falta de perspectiva em relação ao futuro e aos estudos.

Foram observadas – durante 2 (duas) semanas por 2 (duas) horas diárias – e entrevistadas 20 (vinte) adolescentes grávidas – cerca de 57% do total de grávidas – acerca de como encaram as mudanças ocorridas em suas vidas, quais suas perspectivas em relação aos estudos e ao futuro e como a escola atua em relação a elas no que respeita ao amparo e estímulo para que continuem estudando. As respostas apontam para um futuro incerto que as espera, sem saber se continuarão a estudar após o nascimento dos filhos e sem perceberem nenhum tipo de apoio específico da escola no que tange ao estímulo em relação aos estudos. As adolescentes afirmaram que recebem exercícios domiciliares quando impossibilitadas de freqüentar as aulas, que recebem o apoio de alguns professores para não abandonar os estudos, mas que nada mais é feito no sentido de ajudar-lhes a melhor compreender a fase pela qual estão passando e que poucas foram as orientações sexuais que receberam em casa e na escola antes de engravidarem.

Dos 15 (quinze) professores que lecionam no turno matutino, 8 (oito) foram observados – durante 2 (duas) semanas por 2 (duas horas diárias) –  e entrevistados (cerca de 53% do efetivo) acerca de como trabalham tendo em vista as adolescentes grávidas, quais ações são implementadas pela escola para o auxílio e amparo das adolescentes grávidas e se e como trabalham a educação sexual em sala de aula. A maioria das respostas aponta para uma deficiência da instituição no que respeita ao trabalho com as adolescentes grávidas, já que não há um profissional especializado para lidar com essas garotas e eles, não possuindo qualificação específica, executam suas ações procurando respeitar o difícil momento em que se encontram as jovens, enviam exercícios domiciliares, tentam ser maleáveis em relação às dificuldades dessas alunas, mas não se envolvem diretamente com o contexto delas. Afirmam que, apesar da educação sexual constar nos PCN (Parâmetros Curriculares Nacionais), não tem qualificação – exceto os professores de Biologia – e nem tempo de aliar os temas transversais aos conteúdos curriculares em suas aulas.

 

CONSIDERAÇÕES FINAIS

 

            Tendo em vista que a gravidez na adolescência é um fenômeno cujos elevados índices ainda chocam toda a sociedade e retiram de muitas jovens as expectativas e esperanças em relação ao futuro, foi possível perceber que essa problemática não tem sido alvo, o bastante, de ações planejadas e executadas no intuito de minimizar sua ocorrência no âmbito escolar.

             A escola não conta com profissionais especializados para o trabalho com adolescentes grávidas, e tem em seu quadro professores sem preparo para lidar com esse fenômeno, que se acham ocupados demais para tratar de educação sexual, mesmo sabendo que esta é uma temática constante nos PCN. Neste sentido, acabam por centrar seu trabalho em relação às adolescentes grávidas em ações previstas pela Lei nº 6.202 de 17/04/1975 que prevê o regime de exercícios domiciliares à estudante em estado de gestação. A própria instituição escolar acaba não favorecendo a adaptação e nem fornecendo os subsídios necessários para que as adolescentes grávidas não abandonem os estudos.

            Neste sentido, a gravidez na adolescência ainda constitui uma das maiores causas de evasão escolar entre as jovens e estas acabam por perder todas as expectativas de uma vida melhor por não encontrarem o apoio devido na família e na escola. Certamente a gravidez precoce dificultará suas vidas e nada será como antes para elas, pois, terão que criar um filho mesmo sendo ainda muito jovens. No entanto, um erro não justifica o outro e o fato de adolescentes engravidarem deve ser encarado mais como uma falta de informação e diálogo do que como uma irresponsabilidade dessas meninas – muitas nunca ouviram falar em sexo em casa e na escola o diálogo acaba sendo inexistente ou bastante superficial.

            Mais importante do que criticar é agir para atenuar a situação e atuar no sentido de auxiliar na diminuição do número de casos de gravidez na adolescência. Nesta conjuntura, é função da escola proporcionar aos alunos aulas de educação sexual de qualidade e amparar as garotas que tão precocemente engravidam, fazendo-as sentirem-se acolhidas, respeitadas e capazes de compreender que podem (e devem) continuar estudando se não somente para si próprias, para os filhos que estão gerando na expectativa de poderem, através dos estudos, alcançar um futuro melhor para elas mesmas e para seus filhos.

 

REFERÊNCIAS

 

BOGDAN, R.; BIKLEN, S. K. Investigação qualitativa em educação. Portugal: Porto Editora, 1994.

 

CHIZZOTTI, A. Pesquisa em ciências humanas e sociais. São Paulo: Cortez, 1991.

 

CORRÊA, E. M. G. Gravidez na adolescência: dilemas e desafios no contexto escolar. 2009 Disponível em: http://www.servicosocial-unitau.com.br/institucional/pdf/tcc_2009/22.pdf  Acesso em: 10/09/2010.

 

Lei 6202/75. Disponível em http://www.ufpa.br/pedagogia/lei_%206202_17-04-75.htm Acesso em 25/09/10.

 

PNDS, Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde da Criança e da Mulher. Fecundidade. Disponível em: http//bvsms.saúde.gov.Br/bvs/pnds/fecundidade.php – Acesso em 10/09/2010.

TELES, M. L. S. Educação, a revolução necessária. Petrópolis: Vozes,1992.

 

TRIVIÑOS, A. N. S. Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisa qualitativa em educação.  São Paulo: Atlas, 1987.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

           

 

 

 

           

           

 

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[1] Pedagoga licenciada pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia – UESB. Pós-graduanda em Mídias na Educação (UESB) e Psicanálise Clínica (CETEL). Professora da rede municipal de ensino de Itororó-BA .

E-mail para contato: naiajana@hotmail.com

Sobre o Autor

Pedagoga licenciada pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia – UESB. Pós-graduanda em Mídias na Educação (UESB) e Psicanálise Clínica (CETEL). Professora da rede municipal de ensino de Itororó-BA .

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