Artigos sobre Educação

241: Os Grandes Objectivos da Vida
Os maiores objetivos da vida.
As crenças, os preconceitos e as deficiências psicológicas limitam a vida e paralisam a nobre função de pensar.
Objetivos dos conhecimentos transcendentes: proporcionar ao ser humano o conhecimento de si mesmo, do mundo mental que o rodeia e influi em sua vida, das Leis Universais, que representam a vontade do Criador, do próprio espítrito.
Pela primeira vez na História do ser humano foi instituído o processo de evolução consciente.
O homem toma contado com as Leis Universais por meio da consciência.
O ser humano somente começa a se interessar pelos aspectos transcendentes da vida com o despertar da conciência.

242: A Influência das Leis Universais sobre a vida
Nas Leis Universais está plasmada a vontade do Criador.
Elas sansionam os que a desacatam e amparam os que cumprem os seus mandatos.
O homem somente pode tomar contato com as leis supremas através da consciência
Pela primeira vez na História da Humanidade se realiza o processo de evolução consciente.
A Logosofia possibilita ao ser humano ajustar sua vida à realidade e ao conhecimento de si mesmo.
O método de ensino e aprendizagem instituído pela Logosofia, já vem sendo aplicado com excelentes resultados nas Instituições Logosóficas.

243: REFLEXÕES SOBRE A VIDA
O processo de evolução consciente, instituído pela Logosofia, conduz o ser humano ao conhecimento de si mesmo, que é o ponto de partida para a superação e evolução consciente.
As crenças, de um modo geral, travam as faculdades do sistema mental, principalmente a função de pensar.
A importãncia do despertar da consciência para a evolução.
Ao ampliarmos a nossa vida na vida dos demais, estamos nos constituindo em verdadeiros servidores da humanidade.
Os conhecimentos comuns são fundamentais para a vida do ser humano, mas atendem apenas a parte física ou material, enquanto que os transcendentes atendem vida interna, espiritual;

244: Algumas Formas de Diretrizes no Direito Brasileiro
Aqui Não há legislação entre nós. Em "Críticas ao Anteprojeto do Código Civil", RIAB, n. 20, p. 72, averba-o o eminente Prof. Caio Mário da Silva Pereira de, indesculpavelmente, omisso quanto à matéria. São palavras suas: "O Anteprojeto não toma conhecimento da inseminação artificial como técnica científica e não natural de procriação, a gerar um sem número de perguntas ao direito civil, no tocante à legitimidade do filho, à injúria de um a outro cônjuge, quando efetuada na incidência do marido ou na surpresa da mulher. O fato existe, o fenômeno biológico da concepção artificial ocorre sob nossos olhos, e o Anteprojeto soberanamente o despreza". Continua: "E não lhe faltaria exemplo legislativo, pois que o Código Português de 1967, posto que sucintamente, o menciona".


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